Caso Gustavo: o que se sabe sobre o indiciamento do pai e da madrasta pela morte da criança
Polícia conclui inquérito do caso Gustavo Veloso e indicia pai e madrasta por vicaricídio A investigação da morte de Gustavo Veloso Feitosa, de apenas 3 anos de idade, chocou a cidade de Palmas (TO) após a criança ser encontrada morta na residência do pai em agosto de 2026. Inicialmente apresentada pelo genitor como um afogamento acidental em piscina, a versão foi descartada pelos laudos do Instituto Médico Legal (IML), que constataram múltiplas agressões físicas e violência sexual. O caso mobilizou a 1ª Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), resultando na prisão preve
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A violência vicária ocorre quando o agressor provoca danos ou a morte de filhos e dependentes de uma mulher com o objetivo específico de causar sofrimento, punição ou controle sobre ela. No caso Gustavo, a polícia fundamentou o indiciamento no histórico de conflitos, ameaças de morte e desamparo financeiro promovidos por Igor contra a ex-companheira , Sabrina Feitosa. Em depoimento, o próprio pai admitiu que o estopim das agressões ocorreu quando o menino disse que a mãe havia autorizado seu banho na piscina , o que gerou sua irritação e descontrole.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/to/tocantins/noticia/2026/10/01/caso-gustavo-o-que-se-sabe-sobre-o-indiciamento-do-pai-e-da-madrasta-pela-morte-da-crianca.ghtml.
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