Caso Gustavo: entenda os crimes atribuídos ao pai e a madrasta
Polícia Civil conclui investigação sobre a morte de menino de três anos O advogado Igor Veloso de Sousa e a companheira dele, Kathellen Moreira, foram indiciados pela morte de Gustavo Veloso Feitosa, de 3 anos, em Palmas. Segundo a Polícia Civil, os dois vão responder por vicaricídio e fraude processual. Igor, que é pai da criança, também foi indiciado por tortura e estupro de vulnerável por causa das agressões contra o menino. Gustavo morreu no dia 2 de agosto de 2026. No dia seguinte, Igor procurou a polícia e afirmou que o filho havia sido vítima de um afogamento. Durante as investigações,
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"Na época, relatei a relação de que o volume de violência empregado era incompatível com o ato sexual. Não havia na penetração do ânus do menino, um desejo sexual, uma satisfação da lascívia. E por isso inicialmente não havia vislumbrado o crime de estupro. Faço essa correção nesse momento, já alinhado com a jurisprudência atual, que não exige esse elemento subjetivo. O que existe simplesmente é a violação física do órgão sexual da criança", explicou o delegado Eduardo Menezes.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/to/tocantins/noticia/2026/09/29/caso-gustavo-entenda-os-crimes-atribuidos-ao-pai-e-a-madrasta.ghtml.
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