Caso Gustavo: delegado diz por que tentou investigar mãe do menino e advogada
Polícia Civil conclui investigação sobre a morte de menino de três anos Depois que a Justiça determinou o trancamento do inquérito contra Sabrina da Silva Feitosa, mãe do menino Gustavo, e a advogada dela, Stella Bueno, o delegado responsável pelo caso decidiu comentar a decisão e tentar defender a investigação. Segundo ele, as duas não eram investigadas pelo homicídio, mas por uma suposta omissão na comunicação de agressões sofridas pela criança. Gustavo morreu no dia 2 de agosto de 2026. O pai, Igor Veloso de Sousa, e a madrasta, Kathellen Moreira, estão presos preventivamente. Nesta segunda
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Em relação a Sabrina, a sentença reconhece aquilo que a defesa sustentou desde o início: Sabrina é mãe e vítima. Uma mulher submetida, durante anos, a ameaças, medo, violência e profundo desamparo, que buscou atendimento médico para o filho e acionou serviços da rede de proteção sempre que identificou sinais de preocupação. O próprio Poder Judiciário registrou que “a paciente não se omitiu na defesa do filho”, reconhecendo as reiteradas buscas pela rede de saúde e proteção e a existência de um contexto contínuo de violência, ameaças e coação.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/to/tocantins/noticia/2026/09/28/caso-gustavo-delegado-diz-por-que-tentou-investigar-mae-do-menino-e-advogada.ghtml.
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