Caso Alice: ex-padrasto que confessou matar adolescente exercia controle e 'beirava violência psicológica', dizem testemunhas
Adolescente de 14 anos é morta a facadas e polícia investiga ex-padrasto por feminicídio A adolescente Alice Nitz, que foi morta a facadas na última segunda-feira (17), tratava o ex-padrasto que confessou o assassinato como pai e seguia frequentando a casa dele mesmo após ele e a mãe se separarem, segundo a investigação do caso. Em depoimento, o homem declarou à polícia que matou a menina porque "perdeu a cabeça" durante uma discussão. "Começou uma discussão e ele 'perdeu a cabeça', nas palavras dele", diz a delegada Dieli Caumo, responsável pelo caso. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Al
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/q/t/NjrREeRGSPu8sZP59ZAQ/documento.png)
"O meu cliente é réu confesso e está colaborando com as investigações para elucidar os motivos e as circunstâncias do crime. Cabe ao advogado a garantia dos direitos constitucionais da ampla defesa, do contraditório e do devido processo legal. Ele já prestou depoimento à autoridade policial e hoje a tarde passará pela audiência de custódia. Salienta-se que defesa e réu estão cooperando com a Justiça", afirma em nota o advogado Márcio Arcari, que representa a defesa de Wagno Arezi Henika.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2026/08/21/caso-alice-depoimento-ex-padrasto-policia.ghtml.
Compartilhe
Espalhe essa notícia

