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    Casas Bahia (BHIA3) precisa reenquadrar ação acima de R$ 1 até março de 2027

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    17 de setembro de 2026 às 11:31
    Casas Bahia (BHIA3) precisa reenquadrar ação acima de R$ 1 até março de 2027
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    O Grupo Casas Bahia ( BHIA3 ) informou que recebeu da B3 um alerta sobre o desenquadramento das ações em relação à regra de cotação mínima de R$ 1. Os papéis são negociados abaixo desse valor desde 21 de julho.

    A companhia terá até 1º de março de 2027 para regularizar a situação. A administração informou que avalia alternativas para elevar a cotação das ações ao patamar exigido pela B3 e que adotará as medidas necessárias para cumprir a regra dentro do prazo.

    O Grupo Casas Bahia esclareceu, em resposta à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), informações publicadas pela revista Veja sobre um fundo de direitos creditórios ligado à companhia e incluído na recuperação judicial.

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    Segundo a empresa, em 30 de junho de 2026, o Grupo detinha R$ 1,166 bilhão em cotas subordinadas do FIDC IBCB, equivalentes a 61,08% do patrimônio líquido do fundo. Essas cotas absorvem perdas antes das cotas seniores, que somavam R$ 743 milhões na mesma data.

    A companhia afirmou que não realizou aportes no fundo no primeiro semestre de 2026. O aumento das cotas subordinadas, de R$ 780 milhões em dezembro de 2025 para R$ 1,166 bilhão em junho, ocorreu devido ao resultado das próprias cotas, de R$ 386 milhões.

    O Grupo Casas Bahia também explicou a diferença entre os R$ 1,085 bilhão registrados como crédito do FIDC na relação de credores da recuperação judicial e os R$ 1,913 bilhão em obrigações registradas nas demonstrações financeiras individuais de junho. Segundo a empresa, a diferença de cerca de R$ 828 milhões decorre de pagamentos e liquidações realizados entre as duas datas, além de obrigações que não fazem parte do perímetro da recuperação judicial.

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