Cartas à mão para missionária revelam confiança e relação com criminosos de alta periculosidade em MT
Nas três cartas mencionadas no documento, os presos identificados como Júlio, Júnior e Escobar a tratavam como “mãe” Reprodução Cartas enviadas por presos a missionária Rhavenna Barcelos, em Mato Grosso, são apontadas pelo Ministério Público Estadual como um dos elementos que mostram a relação de confiança entre ela e detentos ligados ao Comando Vermelho. Três correspondências foram encontradas nas extrações de dados e mostram presos identificados como Júlio, Júnior e Escobar chamando Orminda Carlos de Barcelos de “mãe” e fazendo pedidos para que ela guardasse valores e levasse itens para dent
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Nas três cartas mencionadas no documento, os presos identificados como Júlio, Júnior e Escobar a tratavam como “mãe” — Foto: Reprodução
Cartas enviadas por presos a missionária Rhavenna Barcelos, em Mato Grosso, são apontadas pelo Ministério Público Estadual como um dos elementos que mostram a relação de confiança entre ela e detentos ligados ao Comando Vermelho . Três correspondências foram encontradas nas extrações de dados e mostram presos identificados como Júlio, Júnior e Escobar chamando Orminda Carlos de Barcelos de “mãe” e fazendo pedidos para que ela guardasse valores e levasse itens para dentro da penitenciária.
As cartas foram citadas pelo MP ao descrever a atuação atribuída a Orminda e à filha, Rhavenna Barcelos. De acordo com a denúncia, as duas utilizavam visitas religiosas a presídios para manter contato com diferentes detentos.

No documento, o Ministério Público afirma que as correspondências reforçam a suspeita de que Orminda não teria apenas uma relação religiosa com os presos, mas também exerceria uma função de apoio a integrantes da organização criminosa.
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Segundo o MP, os presos entregariam valores e objetos a pessoas de fora da cadeia, que posteriormente fariam o repasse para Orminda ou sua filha. A denúncia sustenta que parte desse material teria origem ilícita, embora essa conclusão faça parte da acusação apresentada pelo Ministério Público e ainda dependa da análise da Justiça.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/mt/mato-grosso/noticia/2026/09/15/cartas-de-presos-tratavam-pastora-como-mae-e-revelam-relacao-de-confianca-com-integrantes-do-cv-em-mt.ghtml.

Agora no g1 — Foto: G1
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