Capitão Wagner falta a entrevista ao Bom Dia Ceará, da TV Verdes Mares
Capitão Wagner falta entrevista ao Bom Dia Ceará O candidato ao Senado no Ceará pelo União, Capitão Wagner, não compareceu à entrevista marcada para esta quarta-feira (2) no Bom Dia Ceará, da TV Verdes Mares, em Fortaleza. A assessoria havia confirmado a participação, mas informou posteriormente que o candidato não poderia comparecer por causa de compromissos de campanha. Siga o canal do g1 Ceará no WhatsApp A entrevista faz parte de uma série de sabatinas com os candidatos ao Senado mais bem posicionados na primeira pesquisa Quaest contratada e divulgada pela TV Verdes Mares. Em comunicado, a
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Nesta eleição, o seu partido, União Brasil, fez aliança com o PSDB de Ciro Gomes e com o PL de André Fernandes. O senhor e o André foram adversários há dois anos, na disputa pela Prefeitura de Fortaleza. À época, o senhor o criticou pelo radicalismo e disse que ele mudou o comportamento para tentar ganhar a eleição. No campo da direita, ao longo da sua trajetória, o senhor se aproximou da direita moderada, caso do PSDB, ora da direita bolsonarista, que o senhor mesmo chamou de mais radical. Essa oscilação é também uma forma de tentar ganhar a eleição? Como o senhor se posiciona hoje dentro da direita? O senhor ganhou notoriedade na política cearense em oposição ao então governador Cid Gomes, com duras críticas ao grupo político da família Ferreira Gomes que à época tinha também Ciro Gomes, seu aliado nesta campanha. Você e Ciro protagonizaram disputas na Justiça por trocas de acusações públicas. Um dos seus suplentes é Lúcio Gomes, irmão de Ciro e Cid. Como você explica essa aliança ao eleitor? Em 2020, o senhor obteve 624 mil votos no 2º turno para prefeito de Fortaleza. Quatro anos depois, em 2024, o senhor teve 154 mil votos. A que o senhor atribui essa queda tão significativa? O senhor já deu declarações a favor da classificação das facções criminosas como terroristas. Como o senhor pretende atuar para isso avançar no Senado e como essa medida seria de fato eficaz no combate às facções? Na eleição de 2022, o senhor foi candidato a governador. Na segurança, propôs a criação do maior centro de inteligência policial da América Latina, da Força Estadual de Segurança Pública e de um comitê de combate ao crime organizado que reuniria órgãos estaduais e federais. Sendo eleito para um cargo que não é Executivo, como pretende contribuir de forma prática para a implementação de políticas de segurança no Estado? O União Brasil transita entre diferentes blocos de apoio e oposição no cenário nacional. Caso seja eleito, qual será a postura do senhor em relação ao Governo Federal nas votações de projetos estruturais? O senhor ganhou projeção liderando movimentos e greves de policiais que reivindicavam direitos básicos como auxílio-alimentação e jornadas menos exaustivas no Ceará. Na época, o senhor foi criticado de que esses movimentos traziam instabilidade para a segurança da população. Olhando para trás, o senhor mantém a mesma visão sobre a forma como conduziu aquelas lideranças? Como pretende defender essas pautas em Brasília sem repetir os métodos de paralisação que marcaram o início da sua carreira? Nas últimas campanhas, o senhor tem apresentado propostas voltadas às famílias atípicas. Uma queixa recorrente das mães atípicas, especialmente das que vivem em situação mais vulnerável, é sobre o "quem cuida de quem cuida". Há projetos sobre esse tema no Congresso Nacional, como um que cria um sistema especial de previdência para essas mulheres. O senhor considera viável uma medida nesse sentido? A sua esposa, Dayanny Bittencourt, quando deputada federal, votou a favor da PEC da Blindagem, que dificulta a investigação de parlamentares e presidentes de partidos suspeitos de crimes. O senhor concorda com ela em relação a essa PEC?
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/ce/ceara/eleicoes/2026/noticia/2026/09/02/capitao-wagner-falta-a-entrevista-ao-bom-dia-ceara-da-tv-verdes-mares.ghtml.
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