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    Bring Me the Horizon se consagra no Rock in Rio e vocalista celebra CPF e Pix

    Logo na segunda música do show do Bring Me the Horizon no Rock in Rio , banda e público mostraram a que vieram. "Eu preciso mosh pit muito grande!", berrou o vocalista Oliver Sykes, falando meio em inglês, meio em português, mas totalmente atendido pelos fãs. Leia mais (09/05/2026 - 23h14)

    Folha de S.Paulo
    6 de setembro de 2026 às 02:14
    Bring Me the Horizon se consagra no Rock in Rio e vocalista celebra CPF e Pix
    Foto: Folha de S.Paulo

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    Logo na segunda música do show do Bring Me the Horizon no Rock in Rio , banda e público mostraram a que vieram. "Eu preciso mosh pit muito grande!", berrou o vocalista Oliver Sykes, falando meio em inglês, meio em português, mas totalmente atendido pelos fãs.

    Show da banda Bring Me the Horizon no Rock in Rio - Reprodução · Reprodução
    Show da banda Bring Me the Horizon no Rock in Rio - Reprodução · Reprodução — Foto: Folha de S.Paulo · Fonte: Folha de S.Paulo

    A banda britânica fez um show consagrador no palco Mundo do megafestival carioca na noite deste sábado (5). O grupo foi atração no dia do heavy metal, que teve também o Sepultura e tem como nome principal o Avenged Sevenfold.

    Depois de algumas poucas músicas, entre elas "Darkside" e "The House of Wolves", o Parque Olímpico, onde acontece o Rock in Rio, já tinha diversas rodas punk abertas e pelo menos três pontos com sinalizadores acesos. Em "Happy Song", Sykes virou de costas e pediu para ver uma grande roda quando se virasse de volta.

    Dito e feito. Os fãs abriram as maiores rodas de pogo do festival até o segundo dia, algo que se repetiu e intensificou ao longo do show, conforme os pedidos de Sykes por bate-cabeças maiores. Rodas se abriram até na parte de trás da plateia, a centenas de metros do palco.

    Veja fotos do Rock in Rio 2026
    Veja fotos do Rock in Rio 2026 — Foto: Folha de S.Paulo · Fonte: Folha de S.Paulo

    "Vocês sabem fazer mosh pits, mas vocês podem pular?", ele disse antes de puxar "Teardrops", quando foi novamente atendido pelo público, numa sinergia que durou toda a apresentação.

    Não é exagero dizer que o Bring Me the Horizon é tão grande no Brasil quanto em qualquer lugar do mundo. Sykes é casado com uma brasileira, mãe de seus filhos, e mantém residência em Taubaté, no interior de São Paulo. O maior show do grupo aconteceu na capital paulista, no estádio Nubank Parque, em 2024.

    No Rock in Rio, a banda levou o conceito do disco "Post Human: Next Gen", com um telão que mostrou os integrantes quase como figuras robóticas, com imagens pixeladas, como se estivessem sendo escaneados por um computador.

    Show da banda Foo Fighters no Rock in Rio 2026
    Show da banda Foo Fighters no Rock in Rio 2026 — Foto: Folha de S.Paulo · Fonte: Folha de S.Paulo

    O Bring Me the Horizon partiu de um metal extremo, o deathcore, no início da carreira para uma sonoridade mais multifacetada e alternativa, que inclui também refrões pop melódicos e batidas eletrônicas —caso do drum and bass de "Kingslayer". Em todos os casos, os guturais intensos de Sykes dão o peso macabro que é a marca estética da banda.

    As letras tratam de temas depressivos, sofrimentos pessoais, morte e maneiras catárticas de lidar com tudo isso. O próprio show do grupo no Rock in Rio, eufórico, teve esse aspecto de expurgar demônios internos coletivamente, conforme o público berrava as músicas com Sykes.

    Em um momento de respiro, o vocalista saiu falando em português com o público em busca de alguém para cantar com ele. O fã, chamado JP, dividiu os vocais de "Pray for Plagues" com Sykes, sem deixar a desejar nos guturais, e distribuiu palavrões ao pedir para a plateia abrir rodas de bate-cabeça. O telão exibiu comentários como "bom", "perfeito" e "errado" para o desempenho de JP.

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    Na reta final, Sykes desceu até o público, pegou uma bandeira do Brasil e fez juras de amor ao país e seu povo. "Eu tenho Pix e CPF! Brasil, meu país, te adoro!", ele gritou, antes de dizer que a banda era de Sheffield, na Inglaterra.

    O repertório teve ainda "Dehumanized", "Kool-Aid", "Shadow Moses", "Can You Feel My Heart", "Doomed", "Drowned", "Throne" entre outras. Chegou ao fim sob fina chuva, que havia castigado o Parque Olímpico no começo da tarde e dado uma trégua no show do Bring Me the Horizon.

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    Estante de madeira escura com uma prateleira contendo 22 livros alinhados, com lombadas coloridas em tons de amarelo, vermelho, azul, verde, preto e branco. Os livros estão organizados principalmente na vertical, exceto cinco empilhados hor — Foto: Folha de S.Paulo · Fonte: Folha de S.Paulo

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    Publicado originalmente por Folha de S.Paulo. Leia a matéria completa em https://redir.folha.com.br/redir/online/emcimadahora/rss091/*https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2026/09/bring-me-the-horizon-se-consagra-no-rock-in-rio-e-vocalista-celebra-cpf-e-pix.shtml.

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