Brasileiros amam jogos de mundos abertos e a indústria está aprendendo a lucrar com isso
Levantamento da Bain & Company mostra que 31% dos jogadores brasileiros preferem plataformas onde o próprio público constrói o jogo, taxa mais alta do mundo; mercado global de US$ 209 bilhões já não cabe mais na lógica do "produto para todo mundo"

Quando o mundo pensa em país que exporta jogo, pensa em Estados Unidos, Japão, Coreia do Sul. Quando pensa em país que consome jogo do jeito mais aberto e colaborativo que existe, deveria pensar no Brasil. Segundo o Gaming Report 2026 , da consultoria Bain & Company , 31% dos gamers brasileiros preferem títulos do tipo Open Sandbox, mundos abertos com conteúdo gerado pelo próprio usuário, o modelo consagrado por Roblox, Minecraft e Fortnite. É a maior proporção do planeta, à frente de Arábia Saudita (28%), Índia (27%), Estados Unidos (16%) e Japão (11%).
Publicado originalmente por Exame. Leia a matéria completa em https://exame.com/tecnologia/brasileiro-ama-jogos-de-mundos-abertos-e-a-industria-esta-aprendendo-a-lucrar-com-isso/.
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