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    Brasil dá mais um passo para vender remédios no iFood e outros apps

    Decisão atinge iFood, Rappi, Mercado Livre e Americanas, mas ainda depende de regulamentação da agência. Brasil dá mais um passo para vender remédios no iFood e outros apps

    Tecnoblog
    10 de agosto de 2026 às 17:27
    Brasil dá mais um passo para vender remédios no iFood e outros apps
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    A Anvisa revogou as medidas preventivas que proibiam a comercialização, a distribuição ou a propaganda de medicamentos em plataformas digitais e aplicativos. As resoluções foram publicadas nesta segunda-feira (10/08) no Diário Oficial da União e atingem empresas como iFood, Rappi, Mercado Livre e Americanas.

    No caso de iFood e Rappi, a Anvisa revogou proibições que envolviam comercialização, distribuição e propaganda de medicamentos. Para os marketplaces, as restrições retiradas se concentram na comercialização e propaganda.

    A decisão acompanha a entrada em vigor da Lei nº 15.357/2026 , sancionada em março, que alterou regras definidas previamente pela Lei nº 5.991, de 1973, para o comércio farmacêutico no país.

    Agência revogou medidas que proibiam apps e marketplaces de vender remédios (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
    Agência revogou medidas que proibiam apps e marketplaces de vender remédios (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog) — Foto: Tecnoblog · Fonte: Tecnoblog

    A revogação ainda é só mais um passo para que medicamentos possam, eventualmente, aparecer nas plataformas digitais. Ela não é uma autorização automática de venda e “está condicionada à regulamentação que ainda será editada”.

    Antes mesmo da sanção da lei 15.357, o Mercado Livre já vinha estruturando a entrada no mercado farmacêutico por meio da compra da Cuidamos Farma , nome empresarial da farmácia Target. A aquisição foi feita pela K2I, empresa ligada ao grupo, e aprovada sem restrições pelo Cade em setembro de 2025.

    A empresa lançou o Mercado Livre Farma em março deste ano, mesmo após contestações à aprovação dada pelo Cade, de acordo com a Folha de São Paulo .

    Mercado Livre lançou Mercado Livre Farma em março (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
    Mercado Livre lançou Mercado Livre Farma em março (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog) — Foto: Tecnoblog · Fonte: Tecnoblog

    Por enquanto, o serviço ainda é restrito a algumas regiões da capital paulista e os produtos saem do esoque de farmácias físicas da rede — assim como seria comprar um remédio pelo site de alguma drogaria. Vendedores comuns e lojistas terceirizados continuam impedidos de anunciar remédios no marketplace.

    A operação foi contestada pela Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), que cobra da agência a fiscalização e regulamentação específica para marketplaces na área da saúde, o que deve ser feito antes que as plataformas iniciem as vendas dos medicamentos.

    Além de permitir que plataformas digitais ofereçam os produtos, a legislação inclui:

    Lei também alterou proibições para lojas físicas (Imagem: Agência Bori/Divulgação)
    Lei também alterou proibições para lojas físicas (Imagem: Agência Bori/Divulgação) — Foto: Tecnoblog · Fonte: Tecnoblog

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    Foto: Tecnoblog · Fonte: Tecnoblog
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    Marca do Mercado Livre cercada por moedas douradas
    Marca do Mercado Livre cercada por moedas douradas — Foto: Tecnoblog · Fonte: Tecnoblog
    Grupo pró-cloroquina e ivermectina tenta pautar o debate público no Twitter (Imagem: Agência Bori/Divulgação)
    Grupo pró-cloroquina e ivermectina tenta pautar o debate público no Twitter (Imagem: Agência Bori/Divulgação) — Foto: Tecnoblog · Fonte: Tecnoblog
    iFood anuncia Hits iFood, com refeições mais baratas e entrega grátis. Outra novidade é o Turbo iFood, para entregas mais rápidas.
    iFood anuncia Hits iFood, com refeições mais baratas e entrega grátis. Outra novidade é o Turbo iFood, para entregas mais rápidas. — Foto: Tecnoblog · Fonte: Tecnoblog
    ABBT acusa iFood de favorecer seu próprio vale e oferecer vantagens a contratantes. Companhia de delivery diz que concorrentes não são discriminados.
    ABBT acusa iFood de favorecer seu próprio vale e oferecer vantagens a contratantes. Companhia de delivery diz que concorrentes não são discriminados. — Foto: Tecnoblog · Fonte: Tecnoblog

    Publicado originalmente por Tecnoblog. Leia a matéria completa em https://tecnoblog.net/noticias/brasil-da-mais-um-passo-para-vender-remedios-no-ifood-e-outros-apps/.

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    Agência revogou medidas que proibiam apps e marketplaces de vender remédios (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog) — Foto: Tecnoblog

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