Bolsas de NY fecham sem direção com tensões no Oriente Médio e falas do Fed
FILE PHOTO: The Wall Street entrance to the New York Stock Exchange (NYSE) is seen in New York City, U.S., November 15, 2022. REUTERS/Brendan McDermid///File Photo " data-image-caption=" (Foto: Brendan Mcdermid / Reuters) " data-large-file="https://www.infomoney.com.br/wp-content/uploads/2026/06/mercado-bolsa-wall-street-stock-exchange.jpg?fit=1100%2C700&quality=70&strip=all" />Os índices acionários operaram de forma volátil ao longo da sessão The post Bolsas de NY fecham sem direção com tensões no Oriente Médio e falas do Fed appeared first on InfoMoney .

FILE PHOTO: The Wall Street entrance to the New York Stock Exchange (NYSE) is seen in New York City, U.S., November 15, 2022. REUTERS/Brendan McDermid///File Photo
As bolsas de Nova York fecharam sem direção única nesta quinta-feira, 24, refletindo as renovadas tensões no Oriente Médio e o avanço do petróleo e dos juros dos Treasuries. Investidores também acompanharam o encontro dos presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, na Casa Branca, além de falas hawkish de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano).
O Dow Jones fechou em queda de 0,31%, aos 51.349,89 pontos; o S&P500 caiu 0,02%, a 7.704,13 pontos, e o Nasdaq subiu 0,01%, encerrando em 26.939,37 pontos.

Os índices acionários operaram de forma volátil ao longo da sessão. No começo da tarde, a informação de que os Emirados Árabes Unidos suspenderam, a partir de hoje, voos de companhias iranianas no país fez as bolsas renovarem consecutivamente as mínimas intradiárias.
Logo em seguida, a Reuters noticiou que os EUA e o Irã estão discutindo em Nova York um acordo em etapas para reabrir o Estreito de Ormuz, ajudando Wall Street a ganhar certo fôlego.
Entre os destaques, o setor de comunicações foi o maior beneficiado (+1,92%) do dia. A Meta ganhou 4,5% após anunciar novos óculos inteligentes e um dispositivo portátil integrado ao seu agente de inteligência artificial (IA) Muse. A Oracle, por outro lado, tombou quase 4% ao invocar uma cláusula de força maior para tentar adiar suas obrigações de pagamento relacionadas ao Projeto Jupiter – um megadatacenter no Novo México.

A MGM Resorts teve a queda mais forte (-11%), atribuída à desistência do executivo Barry Diller de comprar a operadora de cassinos. Já a Dropbox registrou baixa de 4,81% depois que o Citi rebaixou a classificação das ações de “neutra” para “venda”.
No radar, também estão comentários de dirigentes do Fed sobre preocupações com a inflação, em decorrência dos altos preços de energia. O presidente do Fed de Nova York, John Williams, disse que é razoável considerar que o banco central talvez precise elevar os juros novamente antes do fim do ano. Enquanto Beth Hammack, da distrital de Cleveland, e Tom Barkin (Fed de Richmond) alertaram sobre a persistência dos choques energéticos.
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Foto: InfoMoney
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