Bolsas da Ásia fecham perto da estabilidade com recuperação do petróleo
Relativa apatia prevaleceu, apesar do forte avanço das bolsas de Nova York na véspera; no Japão, o mercado acionário não opera até quinta-feira, em razão de feriados

As bolsas asiáticas fecharam perto da estabilidade nesta terça-feira (22), em meio à recuperação dos preços do petróleo após perdas recentes e apesar do rali de ontem em Wall Street.
O índice sul-coreano Kospi subiu 0,15% em Seul, para 7.017,91 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng avançou 0,18%, a 25.087,75 pontos, enquanto o Taiex registrou ganho de 0,17% em Taiwan, a 47.800,17 pontos.
No Japão, o mercado acionário não opera desde ontem e só reabrirá na quinta-feira, em razão de feriados.

Na China continental, o Xangai Composto teve ligeira alta de 0,06%, para 3.952,13 pontos, e o Shenzhen Composto ficou praticamente inalterado, com perda marginal de 0,01%, a 2.538,64 pontos.
O petróleo voltou a subir hoje, após quatro sessões de queda , diante de riscos elevados para a oferta física no Oriente Médio e da possibilidade de avanços diplomáticos à margem da Assembleia Geral da ONU, em Nova York. No fim da madrugada, o Brent avançava cerca de 1%.
Entre ações individuais, a Tencent saltou 5,02% em Hong Kong, após a gigante chinesa de tecnologia lançar seu mais novo modelo de geração de imagens, destacando seu progresso em IA (inteligência artificial), no mesmo dia em que a concorrente Alibaba (+1,95%) realizou sua conferência anual de IA.

A relativa apatia prevaleceu na Ásia, apesar do forte avanço das bolsas de Nova York ontem , apoiadas pela queda do petróleo e dos rendimentos dos Treasuries.
Na Oceania, a bolsa australiana encerrou o pregão em modesta alta de 0,30%, com o índice S&P/ASX 200 a 8.757,80 pontos.
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Publicado originalmente por CNN Brasil. Leia a matéria completa em https://www.cnnbrasil.com.br/economia/money/mercado/bolsas-da-asia-fecham-perto-da-estabilidade-com-recuperacao-do-petroleo/.

Telão em Xangai mostra flutuação dos mercados acionários • Reuters · • Reuters — Foto: CNN Brasil
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