Bolsas da Ásia fecham em alta com PIB japonês e alívio relativo no petróleo
Índice Nikkei subiu 0,74%, a 69.220,25 pontos, após os dados do crescimento da economia do Japão mostrarem aumento de 1,1% na taxa anualizada no trimestre de abrila a junho

As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta segunda-feira (17), enquanto investidores avaliaram dados de crescimento do Japão e um alívio relativo nos preços do petróleo, apesar da continuidade do impasse entre EUA e Irã.
Em Tóquio, o índice Nikkei subiu 0,74%, a 69.220,25 pontos, após dados oficiais mostrarem que o PIB (Produto Interno Bruto) do Japão cresceu a uma taxa anualizada de 1,1% no trimestre de abril a junho, resultado um pouco acima do esperado, segundo a Associated Press .
Em outras partes da Ásia , o Hang Seng avançou 1,34% em Hong Kong, a 25.453,23 pontos, enquanto o Taiex registrou leve alta de 0,10% em Taiwan, a 45.857,27 pontos.

Na Coreia do Sul, não houve pregão hoje devido a um feriado.
Na China continental, o Xangai Composto subiu 1,41%, a 3.982,65 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto avançou 2,20%, a 2.647,28 pontos.
Após o encerramento dos negócios chineses, dados mostraram que a produção industrial e as vendas no varejo da segunda maior economia do mundo cresceram menos do que o previsto em julho, enquanto o setor imobiliário continuou mostrando sinais de fraqueza.

No âmbito geopolítico, o petróleo operou perto da estabilidade nas últimas horas, após subir até 6% na semana passada, embora persista a incerteza em torno do conflito entre EUA e Irã , após o prazo para um acordo de paz expirar sem que fossem anunciados os próximos passos.
No fim da madrugada, o WTI caía 0,40% e o Brent subia 0,25%.
Na Oceania, a bolsa australiana contrariou o tom positivo da Ásia e terminou em baixa: o S&P/ASX 200 recuou 0,46% em Sydney, a 9.073,20 pontos.





Publicado originalmente por CNN Brasil. Leia a matéria completa em https://www.cnnbrasil.com.br/economia/money/mercado/bolsas-da-asia-fecham-em-alta-com-pib-japones-e-alivio-relativo-no-petroleo/.

• REUTERS · • REUTERS — Foto: CNN Brasil
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