Blue Zones ressignificam o que significa viver bem no mercado imobiliário
Existe um termo que começou em regiões remotas do mundo e agora influencia como cidades inteiras são planejadas e como imóveis são comprados: Blue Zones. O conceito refere-se a áreas onde as pessoas vivem significativamente mais tempo e com melhor qualidade de vida. Não por acaso genético, mas por estrutura de vida integrada. O que torna Blue Zones relevantes não é misterioso. É simples. Pessoas nessas regiões movimentam-se naturalmente, comem alimentos locais e de qualidade, têm relações comunitárias genuínas, convivem em ambientes que facilitam movimento e conexão. Nada extraordinário, apena
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/O/7/uyXlRIRkCnUchKRdvatw/casal-de-idosos-se-exercitando-capa.png)
Existe um termo que começou em regiões remotas do mundo e agora influencia como cidades inteiras são planejadas e como imóveis são comprados: Blue Zones. O conceito refere-se a áreas onde as pessoas vivem significativamente mais tempo e com melhor qualidade de vida. Não por acaso genético, mas por estrutura de vida integrada.
O que torna Blue Zones relevantes não é misterioso. É simples. Pessoas nessas regiões movimentam-se naturalmente, comem alimentos locais e de qualidade, têm relações comunitárias genuínas, convivem em ambientes que facilitam movimento e conexão. Nada extraordinário, apenas estrutura que funciona.
O conceito, identificado inicialmente em pequenas localidades, passou a influenciar planejamento urbano real. Cidades começaram a pensar: como podemos replicar essas características? Como criamos ambientes que promovam longevidade e bem-estar genuíno?
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/F/j/kEr2GdRAKF81JB7gxMgw/piscina-do-eza-living.png)
Isso abriu espaço no mercado imobiliário. Incorporadoras começaram a estruturar projetos considerando princípios das Blue Zones: áreas para movimento fácil e natural, acesso a alimentos saudáveis, promoção de convivência comunitária, conexão com natureza, eliminação de barreiras para vida ativa.
Casal caminhando pela Feirinha da R. Colombo, no Juvevê. — Foto: Divulgação/Alysson Berger.
Surge naturalmente questionamento: isso é reconhecimento genuíno de que esses princípios funcionam, ou é apenas apropriação comercial de conceito sexy?
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/M/I/22YHDBTKawyKLKxpuoWQ/fachada-do-eza-living.png)
A resposta não é binária. Há projetos que apenas mencionam Blue Zones em marketing, sem mudanças estruturais reais. E há projetos que reconhecem sinceramente que a forma como os espaços são estruturados impacta saúde e longevidade de quem vai habitar ali.
A diferença está na coerência. Um projeto que abraça genuinamente Blue Zones oferece estrutura que incentiva movimento natural, não apenas academia ou piscina. Proporciona acesso real a áreas verdes integradas, mais do que slogan de marketing. Cria espaços funcionais para encontro casual e relação comunitária, transcendendo promessas vazias.
Boulevard entre as torres do Tauá. — Foto: Divulgação/Dreamis.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/o/s/GtVncRTXqEH0BL7PwbMg/playground-e-quadra-de-areia-do-eza-living.png)
Quando se remove o marketing e fica apenas com o essencial, Blue Zones resumem-se a alguns pilares: movimento integrado na rotina, alimentação de qualidade, relações comunitárias, conexão com natureza, redução de stress. Nada disso é novo. É reconhecimento de que a forma humana de viver bem não mudou.
O que mudou foi a urbanização. Cidades que facilitavam esses comportamentos naturalmente viraram lugares que precisam de design intencional para isso acontecer. Blue Zones funcionam como lembrança: ambientes podem ser estruturados para promover saúde ou para promover consumo. A escolha é de quem projeta.
Para Daniel Pizzatto, diretor executivo da Dreamis Incorporadora, considerar esses princípios não é tendência de marketing, mas responsabilidade genuína.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/G/4/lHR3mpRj6eD977IP9H9w/detalhe-da-fachada-do-eza-living.png)
"Quando estruturamos um projeto, precisamos pensar em como aquele espaço vai influenciar vida de quem vai morar ali. Blue Zones funcionam como lembrete de que movimento, comunidade, conexão com natureza e qualidade de vida integrada realmente importam. Nomear algo como 'Blue Zone' é fácil. O desafio está em reconhecer que arquitetura e projeto urbano têm impacto concreto em saúde e longevidade. Essa responsabilidade orienta como pensamos cada empreendimento."
A Dreamis reconhece esses princípios em seus empreendimentos. O Eza Living, recém-entregue no Ahú com 30 unidades, foi estruturado considerando movimento facilitado, áreas comuns curadas, localização em bairro com infraestrutura que promove convivência e bem-estar.
Já o Tauá, lançado em dezembro de 2025 no Juvevê, expande esses conceitos. Com mais de 3.000m² de áreas comuns estruturadas para movimento, contemplação, criação e conexão, o projeto reconhece que Blue Zones funcionam porque oferecem estrutura que suporta vida saudável de forma natural.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/l/9/dQFl2vTBW2m0KMEpGEUg/sauna-do-eza-living.png)
A localização em bairro caminhável, com acesso a áreas verdes, uma infraestrutura de serviços que permite autonomia urbana e espaços pensados para convivência genuína: tudo isso soma-se para criar um contexto em que bem-estar não é opcional, mas parte da vida cotidiana.
Blue Zones permanecerão relevantes porque representam reconhecimento de algo fundamental: a estrutura dos espaços onde vivemos impacta profundamente como vivemos. Não é uma tendência que passa.
Projetos genuínos, feitos com sinceridade sobre esses princípios, tendem a oferecer melhor qualidade de vida e a valorizar-se melhor ao longo do tempo. Porque longevidade e bem-estar não são modismos. São o que as pessoas realmente buscam.
:strip_icc()/s2-g1.glbimg.com/ZIkkFE1eaNBVfbsZIPERMTsBthg%3D/0x0%3A1400x788/1400x788/smart/filters%3Astrip_icc%28%29/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/F/j/kEr2GdRAKF81JB7gxMgw/piscina-do-eza-living.png)
:strip_icc()/s2-g1.glbimg.com/dIJEHIFxgs13gcvsykxE_vG1WHs%3D/0x0%3A1400x788/1400x788/smart/filters%3Astrip_icc%28%29/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/M/I/22YHDBTKawyKLKxpuoWQ/fachada-do-eza-living.png)
:strip_icc()/s2-g1.glbimg.com/5WmCypPCeDlGe-TvXX8ZiK8gP_g%3D/0x0%3A1400x788/1400x788/smart/filters%3Astrip_icc%28%29/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/o/s/GtVncRTXqEH0BL7PwbMg/playground-e-quadra-de-areia-do-eza-living.png)
:strip_icc()/s2-g1.glbimg.com/B9iY1R3Ef8ANfPq5G0EpOO2PGqA%3D/0x0%3A1400x788/1400x788/smart/filters%3Astrip_icc%28%29/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/G/4/lHR3mpRj6eD977IP9H9w/detalhe-da-fachada-do-eza-living.png)
:strip_icc()/s2-g1.glbimg.com/mAacl2gWRKNhQWpEn8OGAbq-AZM%3D/0x0%3A1400x788/1400x788/smart/filters%3Astrip_icc%28%29/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/l/9/dQFl2vTBW2m0KMEpGEUg/sauna-do-eza-living.png)
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/U/D/gZXmxuQJGj17D4aiunOw/atelie-de-artes-e-criatividade-do-taua.png)
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/G/h/c5dlL1Tu6K2kEvGN7TMA/sala-de-pilates-do-taua.png)
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/K/T/3P91zJQxawCXf74rdtXA/fachada-do-taua.png)
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/K/U/7YqWASSziVTxClhsvjtw/piscina-do-taua.png)
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/w/6/Uj1nd7QxO6b1cfRhWLWQ/centro-de-treinamento-do-taua.png)
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/X/I/WBC7VCQSC3syhpnsNawQ/spa-do-taua.png)
:strip_icc()/s2-g1.glbimg.com/a3ED3Xr-_GeLNSlYFqBwAXYkhLU%3D/0x0%3A1400x788/1400x788/smart/filters%3Astrip_icc%28%29/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/U/D/gZXmxuQJGj17D4aiunOw/atelie-de-artes-e-criatividade-do-taua.png)
:strip_icc()/s2-g1.glbimg.com/g3mWIrbZJ3IUppiLwhW-bc9fXcE%3D/0x0%3A1400x788/1400x788/smart/filters%3Astrip_icc%28%29/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/G/h/c5dlL1Tu6K2kEvGN7TMA/sala-de-pilates-do-taua.png)
:strip_icc()/s2-g1.glbimg.com/jmPGzq0k-HgPgwEBnmFdfgl7k3U%3D/0x0%3A1400x788/1400x788/smart/filters%3Astrip_icc%28%29/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/K/T/3P91zJQxawCXf74rdtXA/fachada-do-taua.png)
:strip_icc()/s2-g1.glbimg.com/SIQ1trejeM2XgGq4hKfbNjiN57Q%3D/0x0%3A1400x788/1400x788/smart/filters%3Astrip_icc%28%29/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/K/U/7YqWASSziVTxClhsvjtw/piscina-do-taua.png)
:strip_icc()/s2-g1.glbimg.com/jT1DbY56IfioxlZkHG-q5fj0RDg%3D/0x0%3A1400x788/1400x788/smart/filters%3Astrip_icc%28%29/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/w/6/Uj1nd7QxO6b1cfRhWLWQ/centro-de-treinamento-do-taua.png)
:strip_icc()/s2-g1.glbimg.com/S4s70oS04FPp8wg8SJG1SHbKn6I%3D/0x0%3A1400x788/1400x788/smart/filters%3Astrip_icc%28%29/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/X/I/WBC7VCQSC3syhpnsNawQ/spa-do-taua.png)
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/pr/parana/especial-publicitario/dreamis-incorporadora-novos-olhares-sobre-morar-em-curitiba/noticia/2026/09/10/blue-zones-ressignificam-o-que-significa-viver-bem-no-mercado-imobiliario.ghtml.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/F/j/kEr2GdRAKF81JB7gxMgw/piscina-do-eza-living.png)
Piscina do Eza Living. — Foto: Divulgação/Isaías Schneider. — Foto: G1
Compartilhe
Espalhe essa notícia

