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    Blue Zones ressignificam o que significa viver bem no mercado imobiliário

    Existe um termo que começou em regiões remotas do mundo e agora influencia como cidades inteiras são planejadas e como imóveis são comprados: Blue Zones. O conceito refere-se a áreas onde as pessoas vivem significativamente mais tempo e com melhor qualidade de vida. Não por acaso genético, mas por estrutura de vida integrada. O que torna Blue Zones relevantes não é misterioso. É simples. Pessoas nessas regiões movimentam-se naturalmente, comem alimentos locais e de qualidade, têm relações comunitárias genuínas, convivem em ambientes que facilitam movimento e conexão. Nada extraordinário, apena

    G1
    10 de setembro de 2026 às 17:35
    Blue Zones ressignificam o que significa viver bem no mercado imobiliário
    Foto: G1

    Existe um termo que começou em regiões remotas do mundo e agora influencia como cidades inteiras são planejadas e como imóveis são comprados: Blue Zones. O conceito refere-se a áreas onde as pessoas vivem significativamente mais tempo e com melhor qualidade de vida. Não por acaso genético, mas por estrutura de vida integrada.

    O que torna Blue Zones relevantes não é misterioso. É simples. Pessoas nessas regiões movimentam-se naturalmente, comem alimentos locais e de qualidade, têm relações comunitárias genuínas, convivem em ambientes que facilitam movimento e conexão. Nada extraordinário, apenas estrutura que funciona.

    O conceito, identificado inicialmente em pequenas localidades, passou a influenciar planejamento urbano real. Cidades começaram a pensar: como podemos replicar essas características? Como criamos ambientes que promovam longevidade e bem-estar genuíno?

    Piscina do Eza Living. — Foto: Divulgação/Isaías Schneider.
    Piscina do Eza Living. — Foto: Divulgação/Isaías Schneider. — Foto: G1 · Fonte: G1

    Isso abriu espaço no mercado imobiliário. Incorporadoras começaram a estruturar projetos considerando princípios das Blue Zones: áreas para movimento fácil e natural, acesso a alimentos saudáveis, promoção de convivência comunitária, conexão com natureza, eliminação de barreiras para vida ativa.

    Casal caminhando pela Feirinha da R. Colombo, no Juvevê. — Foto: Divulgação/Alysson Berger.

    Surge naturalmente questionamento: isso é reconhecimento genuíno de que esses princípios funcionam, ou é apenas apropriação comercial de conceito sexy?

    Fachada do Eza Living. — Foto: Divulgação/Isaías Schneider.
    Fachada do Eza Living. — Foto: Divulgação/Isaías Schneider. — Foto: G1 · Fonte: G1

    A resposta não é binária. Há projetos que apenas mencionam Blue Zones em marketing, sem mudanças estruturais reais. E há projetos que reconhecem sinceramente que a forma como os espaços são estruturados impacta saúde e longevidade de quem vai habitar ali.

    A diferença está na coerência. Um projeto que abraça genuinamente Blue Zones oferece estrutura que incentiva movimento natural, não apenas academia ou piscina. Proporciona acesso real a áreas verdes integradas, mais do que slogan de marketing. Cria espaços funcionais para encontro casual e relação comunitária, transcendendo promessas vazias.

    Boulevard entre as torres do Tauá. — Foto: Divulgação/Dreamis.

    Playground e Quadra de Areia do Eza Living. — Foto: Divulgação/Isaías Schneider.
    Playground e Quadra de Areia do Eza Living. — Foto: Divulgação/Isaías Schneider. — Foto: G1 · Fonte: G1

    Quando se remove o marketing e fica apenas com o essencial, Blue Zones resumem-se a alguns pilares: movimento integrado na rotina, alimentação de qualidade, relações comunitárias, conexão com natureza, redução de stress. Nada disso é novo. É reconhecimento de que a forma humana de viver bem não mudou.

    O que mudou foi a urbanização. Cidades que facilitavam esses comportamentos naturalmente viraram lugares que precisam de design intencional para isso acontecer. Blue Zones funcionam como lembrança: ambientes podem ser estruturados para promover saúde ou para promover consumo. A escolha é de quem projeta.

    Para Daniel Pizzatto, diretor executivo da Dreamis Incorporadora, considerar esses princípios não é tendência de marketing, mas responsabilidade genuína.

    Detalhe da fachada do Eza Living. — Foto: Divulgação/Isaías Schneider.
    Detalhe da fachada do Eza Living. — Foto: Divulgação/Isaías Schneider. — Foto: G1 · Fonte: G1

    "Quando estruturamos um projeto, precisamos pensar em como aquele espaço vai influenciar vida de quem vai morar ali. Blue Zones funcionam como lembrete de que movimento, comunidade, conexão com natureza e qualidade de vida integrada realmente importam. Nomear algo como 'Blue Zone' é fácil. O desafio está em reconhecer que arquitetura e projeto urbano têm impacto concreto em saúde e longevidade. Essa responsabilidade orienta como pensamos cada empreendimento."

    A Dreamis reconhece esses princípios em seus empreendimentos. O Eza Living, recém-entregue no Ahú com 30 unidades, foi estruturado considerando movimento facilitado, áreas comuns curadas, localização em bairro com infraestrutura que promove convivência e bem-estar.

    Já o Tauá, lançado em dezembro de 2025 no Juvevê, expande esses conceitos. Com mais de 3.000m² de áreas comuns estruturadas para movimento, contemplação, criação e conexão, o projeto reconhece que Blue Zones funcionam porque oferecem estrutura que suporta vida saudável de forma natural.

    Sauna do Eza Living. — Foto: Divulgação/Isaías Schneider.
    Sauna do Eza Living. — Foto: Divulgação/Isaías Schneider. — Foto: G1 · Fonte: G1

    A localização em bairro caminhável, com acesso a áreas verdes, uma infraestrutura de serviços que permite autonomia urbana e espaços pensados para convivência genuína: tudo isso soma-se para criar um contexto em que bem-estar não é opcional, mas parte da vida cotidiana.

    Blue Zones permanecerão relevantes porque representam reconhecimento de algo fundamental: a estrutura dos espaços onde vivemos impacta profundamente como vivemos. Não é uma tendência que passa.

    Projetos genuínos, feitos com sinceridade sobre esses princípios, tendem a oferecer melhor qualidade de vida e a valorizar-se melhor ao longo do tempo. Porque longevidade e bem-estar não são modismos. São o que as pessoas realmente buscam.

    Piscina do Eza Living. — Foto: Divulgação/Isaías Schneider.
    Piscina do Eza Living. — Foto: Divulgação/Isaías Schneider. — Foto: G1 · Fonte: G1
    Fachada do Eza Living. — Foto: Divulgação/Isaías Schneider.
    Fachada do Eza Living. — Foto: Divulgação/Isaías Schneider. — Foto: G1 · Fonte: G1
    Playground e Quadra de Areia do Eza Living. — Foto: Divulgação/Isaías Schneider.
    Playground e Quadra de Areia do Eza Living. — Foto: Divulgação/Isaías Schneider. — Foto: G1 · Fonte: G1
    Detalhe da fachada do Eza Living. — Foto: Divulgação/Isaías Schneider.
    Detalhe da fachada do Eza Living. — Foto: Divulgação/Isaías Schneider. — Foto: G1 · Fonte: G1
    Sauna do Eza Living. — Foto: Divulgação/Isaías Schneider.
    Sauna do Eza Living. — Foto: Divulgação/Isaías Schneider. — Foto: G1 · Fonte: G1
    Ateliê de Artes e Criatividade do Tauá. — Foto: Divulgação/Dreamis.
    Ateliê de Artes e Criatividade do Tauá. — Foto: Divulgação/Dreamis. — Foto: G1 · Fonte: G1
    Sala de Pilates do Tauá. — Foto: Divulgação/Dreamis.
    Sala de Pilates do Tauá. — Foto: Divulgação/Dreamis. — Foto: G1 · Fonte: G1
    Fachada do Tauá. — Foto: Divulgação/Dreamis.
    Fachada do Tauá. — Foto: Divulgação/Dreamis. — Foto: G1 · Fonte: G1
    Piscina do Tauá. — Foto: Divulgação/Dreamis.
    Piscina do Tauá. — Foto: Divulgação/Dreamis. — Foto: G1 · Fonte: G1
    Centro de Treinamento do Tauá. — Foto: Divulgação/Dreamis.
    Centro de Treinamento do Tauá. — Foto: Divulgação/Dreamis. — Foto: G1 · Fonte: G1
    SPA do Tauá. — Foto: Divulgação/Dreamis.
    SPA do Tauá. — Foto: Divulgação/Dreamis. — Foto: G1 · Fonte: G1
    Ateliê de Artes e Criatividade do Tauá. — Foto: Divulgação/Dreamis.
    Ateliê de Artes e Criatividade do Tauá. — Foto: Divulgação/Dreamis. — Foto: G1 · Fonte: G1
    Sala de Pilates do Tauá. — Foto: Divulgação/Dreamis.
    Sala de Pilates do Tauá. — Foto: Divulgação/Dreamis. — Foto: G1 · Fonte: G1
    Fachada do Tauá. — Foto: Divulgação/Dreamis.
    Fachada do Tauá. — Foto: Divulgação/Dreamis. — Foto: G1 · Fonte: G1
    Piscina do Tauá. — Foto: Divulgação/Dreamis.
    Piscina do Tauá. — Foto: Divulgação/Dreamis. — Foto: G1 · Fonte: G1
    Centro de Treinamento do Tauá. — Foto: Divulgação/Dreamis.
    Centro de Treinamento do Tauá. — Foto: Divulgação/Dreamis. — Foto: G1 · Fonte: G1
    SPA do Tauá. — Foto: Divulgação/Dreamis.
    SPA do Tauá. — Foto: Divulgação/Dreamis. — Foto: G1 · Fonte: G1

    Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/pr/parana/especial-publicitario/dreamis-incorporadora-novos-olhares-sobre-morar-em-curitiba/noticia/2026/09/10/blue-zones-ressignificam-o-que-significa-viver-bem-no-mercado-imobiliario.ghtml.

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