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    Bitcoin sobe após dado de inflação nos EUA e caminha para melhor setembro desde 2013

    Representação da criptomoeda bitcoin em ilustração criada em 10 de setembro de 2025. REUTERS/Dado Ruvic " data-large-file="https://www.infomoney.com.br/wp-content/uploads/2026/03/2026-03-17T080654Z_180858490_RC22PGATT48E_RTRMADP_3_CRYPTO-BITCOIN-CITIGROUP-1.jpg?fit=875%2C583&quality=70&strip=all" />Núcleo do PCE sobe 0,2% em agosto, abaixo do previsto, e reduz apostas em nova alta de juros pelo Fed; ETFs de Bitcoin somam nove sessões seguidas de captação The post Bitcoin sobe após dado de inflação nos EUA e caminha para melhor setembro desde 2013 appeared first on InfoMoney .

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    30 de setembro de 2026 às 13:35
    Bitcoin sobe após dado de inflação nos EUA e caminha para melhor setembro desde 2013
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    Representação da criptomoeda bitcoin em ilustração criada em 10 de setembro de 2025. REUTERS/Dado Ruvic

    O Bitcoin ( BTC ) voltou a superar os US$ 85 mil nesta quarta-feira (30), depois de a inflação americana de agosto vir abaixo do esperado. A criptomoeda reagiu logo após a divulgação dos dados e acumula alta de mais de 1,6% desde o anúncio, negociada por volta de US$ 85,2 mil.

    O índice de preços PCE, medida de inflação preferida do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), subiu 0,3% em agosto e acumula 3,4% em 12 meses . Analistas consultados pela FactSet previam altas de 0,4% e 3,7%, respectivamente. O núcleo do indicador, que exclui alimentos e energia, avançou 0,2% no mês e 3% em 12 meses, ante estimativas de 0,3% e 3,3%.

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    Para Pedro Fontes, analista de research do Mercado Bitcoin, o dado reduz parte da pressão sobre as expectativas de novas altas de juros pelo Fed, em um momento de juros longos americanos em níveis historicamente elevados. “O PCE trouxe exatamente o tipo de surpresa que o mercado cripto precisava”, afirma.

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    O resultado também atende a uma das condições apontadas pela Bitfinex para uma melhora do cenário. Em relatório divulgado na segunda-feira (28), a exchange indicou que um núcleo do PCE de até 0,2% no mês “retiraria a restrição que sustenta o cenário-base e melhoraria as perspectivas de um rompimento do BTC para cima”.

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    As apostas em nova alta de juros em outubro já vinham recuando antes do PCE. Dados fracos de vagas de emprego e de confiança do consumidor nos Estados Unidos, divulgados na terça-feira (29), derrubaram essa probabilidade de 70,9% para cerca de 51,5%.

    A demanda institucional também segue firme. Os ETFs de Bitcoin à vista negociados nos EUA captaram US$ 66,2 milhões na terça, segundo a SoSoValue, e chegaram à nona sessão consecutiva de entradas, puxadas pelo IBIT, da BlackRock, e pelo ARKB, da Ark Invest com a 21Shares.

    No curto prazo, Fontes vê a região de US$ 87 mil, máxima recente, como primeiro alvo. Caso esse patamar seja rompido, a principal resistência técnica passa a ser a média móvel de 100 semanas, perto de US$ 89,7 mil. Para o analista, a reação “reforça a importância da defesa recente dos US$ 82 mil”.

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    Com o fechamento do mês nesta quarta, o Bitcoin caminha para o melhor setembro desde 2013, com alta superior a 7%, em um período que historicamente costuma ser negativo para a criptomoeda .

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    Publicado originalmente por InfoMoney. Leia a matéria completa em https://www.infomoney.com.br/onde-investir/bitcoin-criptos-cotacao-30092026/.

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