Economia

    Benjamin Steinbruch deixa presidência da CSN. Fabio Schvartsman, ex-Vale, assume

    (Divulgação) " data-large-file="https://www.infomoney.com.br/wp-content/uploads/2019/06/csn-presidente-benjamin-steinbruch-siderurgia.jpg?fit=448%2C299&quality=70&strip=all" />Executivo liderou consórcio de privatização da CSN na década de 90 The post Benjamin Steinbruch deixa presidência da CSN. Fabio Schvartsman, ex-Vale, assume appeared first on InfoMoney .

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    2 de setembro de 2026 às 23:55
    Benjamin Steinbruch deixa presidência da CSN. Fabio Schvartsman, ex-Vale, assume
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    A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) informou na noite desta quarta-feira que Benjamin Steinbruch deixará o cargo de presidente da siderúrgica e passará a assumir a presidência no Conselho de Administração da companhia, cargo que havia deixado em abril. Fabio Schvartsman, que já foi presidente da Vale e da Klabin, assumirá o cargo, informou a companhia em fato relevante.

    Benjamin Steinbruch liderou, em 1993, o consórcio que participou da privatização da CSN. Após a privatização, ele assumiu o comando da companhia. Sob comando de Steinbruch, o grupo ampliou sua atuação para além da produção de aço e passou a operar também nos segmentos de mineração, cimento, logística e energia.

    Projeto prevê fundo garantidor de R$ 2 bilhões e créditos fiscais de R$ 5 bilhões para estimular a produção e industrialização de minerais usados em baterias, veículos elétricos e equipamentos de defesa

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    A Vale paga R$ 2,03 por ação somando dividendo de R$ 0,462016 e JCP de R$ 1,568706, aos investidores posicionados em VALE3 até 11 de agosto

    A troca no mais alto cargo da empresa ocorre em um momento de reorganização. A companhia vem conduzindo um programa de venda de ativos com o objetivo de reduzir seu endividamento. No segundo trimestre deste ano, a empresa reportou uma dívida líquida de R$ 42,13 bilhões.

    Em janeiro, a CSN anunciou um plano de desinvestimentos que inclui a venda de sua unidade de cimento e, em junho, de uma participação relevante em ativos de infraestrutura, como terminais portuários, a participação na empresa de transporte ferroviário MRS e na empresa de logística Tora.

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    Listada na Bolsa, a CSN registra desvalorização de 33,6% em 2026, e está avaliada em R$ 7,9 bilhões.

    Steinbruch também liderava a CSN quando, em 1997, participou do consórcio que adquiriu o controle da então Companhia Vale do Rio Doce, por US$ 3,3 bilhões. A CSN posteriormente deixou a estrutura de controle da mineradora quatro anos depois, em 2001.

    Fabio Schvartsman, que assumirá o comando da companhia a partir desta quinta-feira, já passou por empresas de diversos setores. Ele comandou a Vale entre 2017 e 2019, até a tragédia do rompimento da barragem em Brumadinho. O acidente deixou 270 mortos.

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    Ele também comandou a Klabin, de produção de papéis e celulose, por seis anos, entre 2011 e 2017. Além disso, o executivo tem passagens pela Duratex, de indústria madeireira, e pelo Grupo Ultra, de energia.

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    Publicado originalmente por InfoMoney. Leia a matéria completa em https://www.infomoney.com.br/business/benjamin-steinbruch-deixa-presidencia-da-csn-fabio-schvartsman-ex-vale-assume/.

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