Bênção de Papa e bi olímpico: braço direito de Zé Riberto, Boni celebra meio século no vôlei
Natural de Ribeirão Preto (SP), Boni fala das conquistas com o Vôlei Feminino Brasileiro Quando o ex-jogador Marco Antonio Di Bonifácio, o Boni, atendeu ao telefone em 2008 para ouvir o convite de José Roberto Guimarães, foi surpreendido. O técnico da seleção brasileira feminina queria o ex-oposto na comissão técnica com uma função bem específica: estatístico. O detalhe é que Boni, até aquele dia, não sabia da função e nem como trabalhar com o computador, ferramenta indispensável para analisar os dados das partidas. – Falei ao Zé Roberto que topava, mas ser estatístico para mim naquela época e
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– Meu sonho era disputar uma Olimpíada. Tive só uma convocação e fui cortado antes de Seul. Fiquei naquela segunda elite de jogadores, pois existiam nomes de mais expressão como Xandó, Pampa e depois o Marcelo Negrão. Não tive a oportunidade de ir como jogador. Quando me aconteceu, me deslumbrei. Aí vou pra primeira, nós ganhamos, também na segunda, eu sabia que isso era um absurdo. Nunca fui o melhor estatístico, mas o melhor currículo era o meu. O Zé me deu a oportunidade de ter esses títulos, conhecer pessoas fantásticas, lugares fantásticos – celebrou.
Publicado originalmente por GE Esportes. Leia a matéria completa em https://ge.globo.com/sp/ribeirao-preto-e-regiao/volei/noticia/2026/08/13/bencao-de-papa-e-bi-olimpico-braco-direito-de-ze-riberto-boni-celebra-meio-seculo-no-volei.ghtml.
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