Bebê prematura com rim paralisado espera há 5 dias por transferência determinada pela Justiça em MT
Bebê está internada na UTI pediátrica do Hospital Regional de Colíder (MT) SES-MT Uma recém-nascida prematura internada em estado grave no Hospital Regional de Colíder, no norte do estado, aguarda há cinco dias uma transferência para uma UTI com nefrologia pediátrica, necessária para o tratamento de insuficiência renal aguda. A Justiça deu prazo de 24 horas para que o estado e o município de Alta Floresta (MT), onde ela nasceu, providenciassem a vaga, mas, segundo a família, a decisão ainda não havia sido cumprida até esta sexta-feira (5). O g1 procurou a Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT)
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Bebê está internada na UTI pediátrica do Hospital Regional de Colíder (MT) — Foto: SES-MT
Uma recém-nascida prematura internada em estado grave no Hospital Regional de Colíder, no norte do estado, aguarda há cinco dias uma transferência para uma UTI com nefrologia pediátrica , necessária para o tratamento de insuficiência renal aguda. A Justiça deu prazo de 24 horas para que o estado e o município de Alta Floresta (MT), onde ela nasceu, providenciassem a vaga, mas, segundo a família, a decisão ainda não havia sido cumprida até esta sexta-feira (5) .
O g1 procurou a Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) e a Prefeitura de Alta Floresta para saber qual é a situação atual da regulação, se há hospital ou leito definido para receber a criança e qual a previsão para a transferência, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

A bebê nasceu no dia 25 de agosto, com 29 semanas de gestação, 1,39 kg , e foi encaminhada no mesmo dia para a UTI neonatal do Hospital de Colíder. O prontuário incluído no processo aponta prematuridade grave , sepse precoce , insuficiência renal aguda , distúrbios metabólicos , anemia e plaquetopenia . A bebê sofreu uma parada cardiorrespiratória, revertida após seis minutos .
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A mãe, Lorena Jesus dos Santos, contou ao g1 que a filha teria contraído, ainda no útero, a infecção que evoluiu para sepse . Nos documentos médicos anexados ao processo, o diagnóstico aparece como "sepse precoce presumível", mas não há indicação da origem da infecção. Segundo ela, o quadro renal se agravou no dia 1º de setembro. Desde então, a criança teria deixado de urinar e passado a reter líquido .
“Aqui foi detectada uma bactéria que pode causar falência dos órgãos e levar a óbito. Foram tendo os cuidados, mas ela precisa de muita medicação para controlar essa questão. O rim dela realmente parou. O risco é ela vir a óbito a qualquer momento porque está retendo líquido. É uma corrida contra o tempo”, contou.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/mt/mato-grosso/noticia/2026/09/05/bebe-prematura-com-rim-paralisado-espera-ha-5-dias-por-transferencia-determinada-pela-justica-em-mt.ghtml.

Agora no g1 — Foto: G1
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