Bebê morto em Caracaí sofreu ferimentos na cabeça, pescoço, fígado e região íntima
Suspeitos estão presos Divulgação/Polícia Civil O bebê Alisson Ruan Terto da Silva, de 1 ano e 2 meses, morreu após sofrer ferimentos na cabeça, aponta laudo emitido pelo Instituto Médico Legal (IML) nesta quarta-feira (23). O crime ocorreu em Caracaraí, ao Sul de Roraima. O pai, Ronisson Terto da Silva, de 29 anos, e a madrasta, Ana Júlia Borges Felipe, de 18 anos, foram presos por maus-tratos. Alisson morreu nesta terça-feira (22). Após o laudo, os suspeitos passaram a ser investigados pela Polícia Civil por homicídio qualificado. O exame médico-legal identificou duas lesões graves na cabeça
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Suspeitos estão presos — Foto: Divulgação/Polícia Civil
O bebê Alisson Ruan Terto da Silva , de 1 ano e 2 meses , morreu após sofrer ferimentos na cabeça , aponta laudo emitido pelo Instituto Médico Legal (IML) nesta quarta-feira (23). O crime ocorreu em Caracaraí , ao Sul de Roraima. O pai , Ronisson Terto da Silva, de 29 anos, e a madrasta , Ana Júlia Borges Felipe, de 18 anos, foram presos por maus-tratos .
Alisson morreu nesta terça-feira (22). Após o laudo, os s uspeitos passaram a ser investigados pela Polícia Civil por homicídio qualificado.

O exame médico-legal identificou duas lesões graves na cabeça , que resultaram na morte do bebê . O corpo também tinha ferimentos no pescoço, no fígado, no tórax, nas pernas e na região íntima .
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De acordo com a delegada Ariane Zanette, os exames também apontaram que as lesões apresentavam diferentes períodos de evolução, ou seja, ocorreram em vários momentos .
Algumas eram recentes, enquanto outras já estavam em processo de cicatrização. A perícia também identificou marcas de unhas em diferentes partes do corpo da criança, inclusive na região genital.
A delegada explicou que a lesão na cabeça apontada como causa determinante da morte é compatível com o horário informado sobre o momento em que a criança teria apresentado os primeiros sinais de que não estava respirando .
Devido ao conjunto de ferimentos no corpo da criança, a delegada esclarece que há a possibilidade do caso configurar crime de tortura.
“Agora, com o resultado do laudo, temos elementos importantes para avançar na investigação. Precisamos analisar todas as lesões, os diferentes períodos em que foram produzidas e confrontar essas informações com os demais elementos já reunidos no procedimento”, afirmou.
Durante depoimento, o casal negou participação na morte da criança, mas disse não saber explicar o que a causou.
Funcionários do posto de saúde Nilza da Silva Souza, no bairro Santo Antônio, acionaram a Polícia Militar (PM) na tarde de terça-feira após a chegada da criança com hematomas e já sem vida na unidade.
Os policiais confirmaram os hematomas no corpo de Alisson e comunicaram o caso ao Conselho Tutelar, além de encaminhar o boletim de ocorrência para abertura de inquérito, com pedido de perícia e de exame do Instituto Médico Legal (IML).
O pai disse aos policiais militares que havia dado comida e colocou a criança para dormir. Horas depois, ao tentar acordá-la, o casal alegou que percebeu que ela não respirava e estava com a pele arroxeada.
Eles alegaram que chamaram o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e, diante de uma suposta demora, levaram a criança ao posto de saúde em uma moto.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/rr/roraima/noticia/2026/09/23/bebe-morto-em-caracai-sofreu-ferimentos-na-cabeca-pescoco-figado-e-regiao-intima.ghtml.

Agora no g1 — Foto: G1
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