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    BBAS3 cai mais de 6% e perde suporte: até onde ação do Banco do Brasil pode recuar?

    Imagem horizontal ilustrativa sobre BBAS3, com elementos visuais inspirados nas cores do Banco do Brasil e gráfico financeiro representando uma forte valorização seguida de movimento de correção. Imagem gerada com uso de IA/Rodrigo Petry. " data-image-caption=" Ações do Banco do Brasil (BBAS3) corrigem após forte rali recente, com perda de suporte e recuo do IFR. Imagem gerada com uso de IA/Rodrigo Petry " data-large-file="https://www.infomoney.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Arranha-Ceu-Financeiro-e-Rally-de-Mercado.jpg?fit=1280%2C720&quality=70&strip=all" />Papel devolve parte do rali rece

    InfoMoney
    6 de outubro de 2026 às 16:57
    BBAS3 cai mais de 6% e perde suporte: até onde ação do Banco do Brasil pode recuar?
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    Imagem horizontal ilustrativa sobre BBAS3, com elementos visuais inspirados nas cores do Banco do Brasil e gráfico financeiro representando uma forte valorização seguida de movimento de correção. Imagem gerada com uso de IA/Rodrigo Petry.

    Ações do Banco do Brasil (BBAS3) corrigem após forte rali recente, com perda de suporte e recuo do IFR. Imagem gerada com uso de IA/Rodrigo Petry

    As ações do Banco do Brasil ( BBAS3 ) ampliaram a correção nesta terça-feira (6) e devolvem parte do forte rali das últimas semanas. Por volta das 13h20, o papel caía cerca de 6,4%, a R$ 24,64 , depois de oscilar entre R$ 24,37 e R$ 26,29 no pregão.

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    A queda também altera a leitura técnica de curto prazo. BBAS3 perdeu a região de R$ 25,19 , primeiro suporte apontado pelo estudo técnico, enquanto o Índice de Força Relativa de nove períodos (IFR9) recuou para cerca de 63 pontos .

    No fechamento anterior, o IFR9 estava em 83,48 pontos , nível associado a uma condição de sobrecompra. A correção desta terça-feira, portanto, retirou parte relevante do esticamento acumulado pela ação.

    Apesar da queda, a estrutura de alta ainda não foi totalmente perdida. BBAS3 permanece acima da média móvel de 21 dias, em R$ 23,24 , usada como referência para a tendência de curto prazo, e da média móvel de 200 dias, em R$ 21,87 , que serve de parâmetro para a tendência de prazo mais longo.

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    A primeira referência abaixo do preço atual está na MM21, em R$ 23,24 . Uma perda dessa média colocaria no radar a faixa de R$ 22,24 a R$ 22,29 , onde praticamente coincidem o próximo suporte técnico e o HiLo Activator .

    Logo abaixo está a MM200, em R$ 21,87 . Com isso, a região entre aproximadamente R$ 21,90 e R$ 22,30 concentra referências importantes caso a correção avance.

    Do lado de cima, BBAS3 precisaria primeiro recuperar os R$ 25,19 . A resistência seguinte está em R$ 27,19 . Acima dela, o estudo aponta projeções em R$ 33,07 e R$ 42,58 .

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    Outro sinal relevante aparece no volume financeiro. Por volta das 13h20, BBAS3 já havia movimentado cerca de R$ 1,57 bilhão , com a barra do pregão se destacando em relação às sessões anteriores no gráfico diário.

    A combinação de queda superior a 6%, perda de suporte e aumento de volume reforça a intensidade da realização depois do rali recente.

    Ao mesmo tempo, o IFR9 caiu de 83,48 para cerca de 63 pontos . Isso significa que a ação deixou a região de sobrecompra observada no fechamento anterior.

    Ilustração de análise técnica das ações do Banco do Brasil, com gráfico de candles em azul e amarelo mostrando forte alta seguida de correção.
    Ilustração de análise técnica das ações do Banco do Brasil, com gráfico de candles em azul e amarelo mostrando forte alta seguida de correção. — Foto: InfoMoney · Fonte: InfoMoney

    O movimento reduz o esticamento técnico, embora o preço ainda permaneça acima das médias de 21 e 200 dias.

    A correção ocorre no mesmo dia em que o JPMorgan rebaixou Banco do Brasil para Underweight e definiu preço-alvo de R$ 23 por ação para dezembro de 2027 .

    Na avaliação do banco, BBAS3 pode parecer barata quando observada apenas pelo múltiplo de aproximadamente 0,8 vez o valor patrimonial , mas essa leitura precisa ser comparada à menor rentabilidade atual.

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    Segundo o relatório, o ROE está rodando perto de 8% , ante aproximadamente 20% nos períodos em que a ação chegou a negociar entre 1,1 e 1,2 vez o valor patrimonial .

    O JPMorgan também aponta riscos ligados à qualidade da carteira do agronegócio , às provisões e à posição de capital. A instituição reduziu suas estimativas de lucro para o banco em cerca de 4% a 5% e não vê, no curto prazo, um catalisador claro para revisões relevantes para cima.

    O banco também avalia que juros menores, embora possam ajudar na inadimplência, tendem a oferecer menos benefício para a margem financeira do Banco do Brasil, historicamente favorecida por baixo custo de captação e elevada liquidez .

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    Com BBAS3 a R$ 24,64 , o preço-alvo de R$ 23 do JPMorgan está aproximadamente 6,7% abaixo da cotação atual .

    Do ponto de vista técnico, a queda desta terça-feira enfraquece o movimento recente, mas ainda não configura, isoladamente, uma reversão completa da tendência.

    A ação perdeu o suporte de R$ 25,19 e saiu da sobrecompra , mas continua acima da MM21, em R$ 23,24 , e da MM200, em R$ 21,87 .

    Por isso, a sequência de níveis abaixo do preço atual passa agora por R$ 23,24 , pela faixa de R$ 22,24 a R$ 22,29 e, depois, pela MM200 em R$ 21,87 .

    A reação da ação nessas regiões deverá indicar se a queda atual permanece como uma correção dentro da tendência recente ou se ganha profundidade nos próximos pregões.

    Suporte: região em que a pressão compradora pode aumentar e limitar novas quedas.

    Resistência: faixa de preço em que a pressão vendedora pode dificultar a continuidade da alta.

    MM21: média móvel dos últimos 21 pregões, usada como referência de tendência de curto prazo.

    MM200: média móvel dos últimos 200 pregões, utilizada como referência de tendência de longo prazo.

    IFR9: Índice de Força Relativa de nove períodos. Mede a intensidade dos movimentos de preço e ajuda a identificar situações de sobrecompra ou sobrevenda.

    Sobrecompra: condição em que um ativo passou por valorização intensa e pode estar tecnicamente esticado.

    HiLo Activator: indicador de tendência que pode atuar como referência dinâmica de suporte ou resistência.

    Volume financeiro: valor em dinheiro movimentado nas negociações de uma ação.

    P/VP: relação entre preço da ação e valor patrimonial por ação.

    ROE: retorno sobre o patrimônio líquido, indicador de rentabilidade de uma empresa.

    Underweight: recomendação que indica expectativa de desempenho inferior ao universo de referência do analista.

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