Economia

    Banco do Brasil, Equatorial, Cogna, Vale, GPA e mais ações para acompanhar hoje

    Espaço B3 (Foto: Divulgação) " data-large-file="https://www.infomoney.com.br/wp-content/uploads/2026/03/EspacoB3_03.jpg?fit=1280%2C854&quality=70&strip=all" />Confira os principais destaques do noticiário corporativo desta quinta-feira The post Banco do Brasil, Equatorial, Cogna, Vale, GPA e mais ações para acompanhar hoje appeared first on InfoMoney .

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    13 de agosto de 2026 às 11:39
    Banco do Brasil, Equatorial, Cogna, Vale, GPA e mais ações para acompanhar hoje
    Foto: InfoMoney

    O radar corporativo desta quinta-feira (13) tem como destaque os resultados de Banco do Brasil ( BBAS3 ), CSN ( CSNA3 ), MRV&Co ( MRVE3 ), Simpar ( SIMH3 ), Mater Dei ( MATD3 ), Equatorial ( EQTL3 ), Copasa ( CSMG3 ), Americanas ( AMER3 ), Hapvida ( HAPV3 ), Positivo ( POSI3 ), Azzas ( AZZA3 ), Qualicorp ( QUAL3 ), Eneva ( ENEV3 ), CVC ( CVCB3 ), Rede D’Or ( RDOR3 ), Suzano ( SUZB3 ), Ultrapar ( UGPA3 ), Cogna ( COGN3 ), Minerva ( BEEF3 ), SLC Agrícola ( SLCE3 ) e Sabesp ( SBSP3 ).

    Já a Vale ( VALE3 ) adiantou projeto de complexo de cobre Salobo, no Pará.

    Energisa ( ENGI11 ) ⁠conclui venda de 5 ativos à Taesa ( TAEE11 ) por R$ 1,6 bilhão.

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    Credores do GPA ( PCAR3 ) aprovam termos para novas debêntures após recuperação extrajudicial

    A Vale informou que sua subsidiária Vale Base Metals (VBM) decidiu avançar com o projeto de Flotação de Partículas Grossas (Coarse Particle Flotation, ou CPF) no Complexo de Cobre Salobo, no Pará.

    Segundo comunicado divulgado nesta quarta-feira (12), o projeto entrou na fase de execução e a expectativa é que a operação tenha início no primeiro semestre de 2028, cerca de um ano antes do cronograma originalmente previsto. A antecipação reflete ajustes no projeto e melhorias de execução que, segundo a companhia, também devem elevar os retornos esperados do investimento.

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    A Energisa ( ENGI11 ) ⁠concluiu a venda de ativos de transmissão à Taesa ( TAEE11 ) por R$ 1,638 bilhão, conforme fato relevante divulgado ‌pela companhias na noite desta quarta-feira (12).

    A CSN ( CSNA3 ) registrou prejuízo líquido de R$ 773 milhões no segundo trimestre de 2026, aumentando as perdas em 494,6% ante os R$ 130 milhões apurados entre abril e junho de 2025.

    O Banco do Brasil ( BBAS3 ) registrou lucro líquido de R$ 3,9 bilhões no segundo trimestre de 2026, alta de 3,3% na comparação anual. O banco também anunciou R$ 584,9 milhões em juros sobre capital próprio (JCP) complementares referentes ao segundo trimestre.

    A MRV&Co ( MRVE3 ) registrou prejuízo líquido consolidado de R$ 626,3 milhões no segundo trimestre de 2026 (2T26), uma redução de 22,7% na perda em relação ao mesmo período do ano anterior.

    A Simpar ( SIMH3 ) reverteu o prejuízo e registrou lucro líquido ajustado de R$ 52 milhões no 2T26.

    A Mater Dei ( MATD3 ) registrou lucro líquido ajustado de R$ 45 milhões no segundo trimestre de 2026.

    A Equatorial ( EQTL3 ) registrou lucro líquido de R$ 110 milhões no 2T26, queda de 83,5% em relação ao mesmo período de 2025.

    A Copasa ( CSMG3 ) registrou lucro líquido ajustado de R$ 275,5 milhões no segundo trimestre de 2026, queda de 4,8% na comparação anual.

    A Americanas ( AMER3 ) registrou prejuízo líquido de R$ 274 milhões no 2T26, quase três vezes superior ao prejuízo registrado um ano antes.

    A Hapvida ( HAPV3 ) registrou lucro líquido de R$ 12,5 milhões no segundo trimestre de 2026, queda de 96% na comparação anual. A companhia também registrou aumento da sinistralidade no período.

    A Positivo ( POSI3 ) registrou lucro líquido de R$ 2,6 milhões no 2T26, alta de 14,5% em relação ao mesmo período do ano anterior.

    A Azzas ( AZZA3 ) registrou lucro líquido de R$ 106,5 milhões no segundo trimestre de 2026, queda de 62,5% na comparação anual.

    A Qualicorp ( QUAL3 ) registrou lucro líquido de R$ 16,1 milhões no 2T26, queda de 11,5% em relação ao segundo trimestre de 2025.

    A Eneva ( ENEV3 ) registrou lucro líquido de R$ 31 milhões no segundo trimestre de 2026, queda de 91,4% na comparação anual.

    A CVC ( CVCB3 ) registrou prejuízo líquido ajustado de R$ 51,3 milhões no 2T26, mais de três vezes superior ao registrado no mesmo período do ano anterior.

    A Rede D’Or ( RDOR3 ) registrou lucro líquido ajustado de R$ 1,3 bilhão no segundo trimestre de 2026, alta de 8,5% na comparação anual.

    A Suzano ( SUZB3 ) registrou lucro líquido de R$ 1,8 bilhão no 2T26, queda de 64% em relação ao mesmo período de 2025.

    A Ultrapar ( UGPA3 ) registrou lucro líquido de R$ 1,7 bilhão no segundo trimestre de 2026, alta de 46% na comparação anual. A companhia também anunciou o pagamento de R$ 1,08 bilhão em dividendos.

    A Cogna ( COGN3 ) registrou lucro líquido ajustado de R$ 210,2 milhões no 2T26, alta de 18% em relação ao mesmo período do ano anterior.

    A Minerva ( BEEF3 ) registrou lucro líquido de R$ 197 milhões no segundo trimestre de 2026, queda de 57% na comparação anual.

    A SLC Agrícola ( SLCE3 ) registrou lucro líquido de R$ 245 milhões no 2T26, alta de 75% em relação ao mesmo período do ano anterior.

    A Sabesp ( SBSP3 ) registrou lucro líquido de R$ 1,46 bilhão no segundo trimestre de 2026, queda de 31% na comparação anual, em resultado considerado dentro das expectativas do mercado.

    A Ser Educacional ( SEER3 ) registrou lucro líquido ajustado de R$ 115 milhões no 2T26, alta de 33% em relação ao mesmo período do ano anterior.

    A Rumo ( RAIL3 ) registrou lucro líquido ajustado de R$ 688 milhões no 2T26, queda de 6% na comparação anual, mas acima das expectativas do mercado.

    O Conselho de Administração aprovou a renúncia de Fabio Itikawa ao cargo de Diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Companhia, com efeitos imediatos.

    Em decorrência da referida renúncia, o Conselho de Administração da Companhia elegeu Magali Rogéria de Moura Leite para exercer, interinamente e em cumulação com o cargo de Diretora Presidente, os cargos de Diretora Financeira e de Relações com Investidores da Companhia.

    O GPA ( PCAR3 ) obteve a aprovação dos principiais termos e condições (Term Sheet) que serão refletidos nas escrituras de emissão das novas debêntures que serão emitidas pela companhia após a homologação do plano de recuperação extrajudicial da companhia.

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    Publicado originalmente por InfoMoney. Leia a matéria completa em https://www.infomoney.com.br/mercados/banco-do-brasil-equatorial-cogna-vale-gpa-e-mais-acoes-para-acompanhar-hoje/.

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