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    Banco do Brasil (BBAS3) volta ao positivo no ano; ação pode subir mais?

    Banco do Brasil " data-image-caption=" Banco do Brasil (Foto: RI/BB) " data-large-file="https://www.infomoney.com.br/wp-content/uploads/2024/05/Captura-de-tela-2024-05-28-170356.png?fit=1280%2C720&quality=70&strip=all" />Ação sobe 7,55% em setembro, volta ao campo positivo em 2026 e recupera as principais médias móveis. The post Banco do Brasil (BBAS3) volta ao positivo no ano; ação pode subir mais? appeared first on InfoMoney .

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    10 de setembro de 2026 às 11:56
    Banco do Brasil (BBAS3) volta ao positivo no ano; ação pode subir mais?
    Foto: InfoMoney

    As ações do Banco do Brasil ( BBAS3 ) atravessam uma fase de recuperação após reagirem a partir do suporte de R$ 17,67 . O movimento levou o papel novamente para cima das médias móveis de 9 , 21 e 200 períodos , além de devolver o ativo ao campo positivo no ano. BBAS3 acumula alta de 7,55% em setembro e valorização de 3,32% em 2026 .

    Na última sessão, porém, a ação recuou 1,86% , cotada a R$ 22,24 , iniciando uma acomodação depois da arrancada recente. Diante disso, a queda ainda pode ser interpretada como uma realização normal dentro da recuperação, sem comprometer a melhora técnica. O afastamento das médias e o IFR diário em 69,78 pontos , próximo da sobrecompra, reforçam a possibilidade de novas correções ou da formação de um pullback.

    O comportamento nas próximas sessões será importante para definir se o papel retomará a alta ou aprofundará a realização. Para recuperar força compradora, BBAS3 precisa superar a região de R$ 23,21/R$ 23,90 no gráfico diário. No sentido contrário, a perda das médias e dos suportes em R$ 21,47/R$ 21,45 enfraqueceria a reação e elevaria o risco de uma correção mais ampla.

    Fonte: Nelogica. Gráfico diário. Elaboração: Rodrigo Paz.
    Fonte: Nelogica. Gráfico diário. Elaboração: Rodrigo Paz. — Foto: InfoMoney · Fonte: InfoMoney

    Pelo gráfico diário , observo que as ações do Banco do Brasil permanecem em recuperação, apesar da queda de 1,86% na última sessão, quando encerraram cotadas a R$ 22,24 . Depois da forte valorização das últimas semanas, considero o recuo, até o momento, compatível com uma realização de lucros.

    O papel continua acima das médias móveis de 9 , 21 e 200 períodos , mantendo uma configuração favorável à continuidade da recuperação. O afastamento recente em relação às médias, entretanto, abre espaço para uma correção ou para a formação de um pullback. Esse movimento poderá ser saudável para a tendência caso encontre novamente entrada de compradores na região das médias.

    O IFR de 14 períodos está em 69,78 pontos , próximo da zona de sobrecompra. A leitura reforça a necessidade de cautela após o movimento mais esticado, embora não represente, isoladamente, um sinal de reversão. Enquanto BBAS3 permanecer acima das médias e dos suportes mais próximos, a estrutura continuará favorecendo os compradores.

    Fonte: Nelogica. Gráfico semanal. Elaboração: Rodrigo Paz.
    Fonte: Nelogica. Gráfico semanal. Elaboração: Rodrigo Paz. — Foto: InfoMoney · Fonte: InfoMoney

    Para retomar o avanço, acompanho inicialmente as resistências em R$ 23,21 e R$ 23,90 . O rompimento dessas regiões, principalmente se acompanhado por volume comprador, poderá dar novo fôlego ao papel e abrir caminho para R$ 25,20 e R$ 27,43 . Em um movimento mais amplo, o principal objetivo estará na máxima histórica de R$ 28,83 .

    No sentido contrário, uma correção ganharia força com a perda das médias móveis e do primeiro suporte em R$ 21,47 . Abaixo desse nível, os próximos pontos de sustentação aparecem em R$ 19,78 , R$ 18,76 e R$ 17,67 . A perda desta última região comprometeria de forma mais significativa a recuperação e poderia levar o ativo a R$ 16,90 .

    Minha leitura de curto prazo permanece positiva, mas com atenção à possibilidade de realização. A retomada da alta dependerá da superação de R$ 23,21/R$ 23,90 , enquanto a perda de R$ 21,47 aumentaria a pressão corretiva.

    Fonte: Nelogica. Gráfico diário. Elaboração: Rodrigo Paz.
    Fonte: Nelogica. Gráfico diário. Elaboração: Rodrigo Paz. — Foto: InfoMoney · Fonte: InfoMoney

    Suportes: R$ 21,47 ; R$ 19,78 ; R$ 18,76 ; R$ 17,67 ; R$ 16,90 .

    Resistências: R$ 23,21 ; R$ 23,90 ; R$ 25,20 ; R$ 27,43 ; máxima histórica em R$ 28,83 .

    Pelo gráfico semanal , observo uma recuperação relevante das ações do Banco do Brasil após a reação iniciada no suporte de R$ 17,67 . O papel acumula valorização de 7,55% em setembro e voltou ao campo positivo em 2026 , com alta de 3,32% no ano.

    Fonte: Nelogica. Gráfico semanal. Elaboração: Rodrigo Paz.
    Fonte: Nelogica. Gráfico semanal. Elaboração: Rodrigo Paz. — Foto: InfoMoney · Fonte: InfoMoney

    A melhora levou BBAS3 novamente para cima das médias móveis de 9 , 21 e 200 períodos . Nesta semana, o papel passa por uma correção após duas semanas de forte valorização, mas o movimento ainda não compromete a recuperação. Enquanto a ação permanecer acima das médias, considero que o cenário continuará favorável à manutenção do fluxo comprador.

    Para avançar, acompanho inicialmente a resistência de R$ 22,84 . A superação desse patamar poderá dar novo fôlego às altas e abrir caminho para R$ 25,20 e R$ 27,43 , tendo como objetivo mais longo a máxima histórica de R$ 28,83 . Um rompimento acompanhado por aumento do volume reforçaria a recuperação e melhoraria ainda mais a estrutura de médio prazo.

    No sentido contrário, a perda das médias móveis representaria um sinal de enfraquecimento, com o primeiro suporte relevante em R$ 21,45 . Abaixo desse nível, o papel poderia voltar a testar R$ 17,67 , região que sustentou a reação recente. Caso esse suporte também seja rompido, os próximos níveis aparecem em R$ 16,90 , R$ 14,90 e, em uma extensão das perdas, R$ 12,78 .

    Banco do Brasil
    Banco do Brasil — Foto: InfoMoney · Fonte: InfoMoney

    Minha leitura de médio prazo melhorou com a retomada das médias e a recuperação acumulada em setembro. A correção atual ainda pode ser considerada uma acomodação depois das altas recentes, mas o papel precisará superar R$ 22,84 para recuperar impulso e avançar em direção às resistências superiores.

    Suportes: R$ 21,45 ; R$ 17,67 ; R$ 16,90 ; R$ 14,90 ; R$ 12,78 .

    Resistências: R$ 22,84 ; R$ 25,20 ; R$ 27,43 ; máxima histórica em R$ 28,83 .

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