Bailarina trans desafia as normas do balé clássico
Uma bailarina da África do Sul está desafiando as normas do balé clássico . "Sempre me interessei mais pelo lado feminino. Sentia que isso vinha muito mais naturalmente para mim, em vez de ter que parecer masculina e tentar ser algo que eu não sou", diz Leroy Mokgatle. Leia mais (09/23/2026 - 12h13)

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Uma bailarina da África do Sul está desafiando as normas do balé clássico . "Sempre me interessei mais pelo lado feminino. Sentia que isso vinha muito mais naturalmente para mim, em vez de ter que parecer masculina e tentar ser algo que eu não sou", diz Leroy Mokgatle.

Ela é uma mulher trans e, ainda criança, se apaixonou pelo balé. Apesar de enfrentar preconceito, Leroy conseguiu chegar a grandes palcos, conquistando prêmios e reconhecimento internacional. "Acho que não dei espaço para que as pessoas me criticassem ou formassem uma opinião sobre isso", afirma. A carreira internacional levou Leroy a se apresentar em importantes companhias de balé por toda a Europa . Agora, ela integra o Staatsballett de Berlim .
"Ela é uma artista talentosa que realmente inspira muitos outros artistas, eu inclusive, todos os dias. Ela sempre me ensina a pensar fora da caixa", diz Christian Spuck, diretor artístico do Staatsballett Berlin. Hoje, Leroy quer usar a voz dela em defesa das pessoas trans no mundo do balé. "Eu gostaria muito de me envolver mais e me tornar uma ativista. De criar mais conscientização e abrir espaço para o diálogo. Especialmente no mundo artístico. Como pessoa negra e também como mulher trans."
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Publicado originalmente por Folha de S.Paulo. Leia a matéria completa em https://redir.folha.com.br/redir/online/emcimadahora/rss091/*https://www1.folha.uol.com.br/tv/2026/09/bailarina-trans-desafia-as-normas-do-bale-classico.shtml.

Foto: Folha de S.Paulo
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