Assédio de universidades dos EUA desafia basquete brasileiro e preocupa clubes; entenda
Helinho fala sobre vida pessoal, trajetória no basquete e o Franca A crescente procura de universidades dos Estados Unidos por jovens talentos do basquete brasileiro tem mudado o planejamento dos clubes do país. Com bolsas de estudo, estrutura de ponta e contratos milionários viabilizados pelas regras do NIL (Name, Image and Likeness), atletas entre 17 e 24 anos estão optando cada vez mais pela NCAA, principal liga universitária norte-americana, antes mesmo de consolidarem a carreira no Brasil. 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google Um levantamento feito pela reportagem identific
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Na avaliação de Rogério Klafke, os clubes brasileiros enfrentam uma disputa praticamente impossível diante da estrutura e do poder financeiro das universidades norte-americanas. O ge apurou que uma média salarial no Brasil entre 17 a 24 anos varia entre R$ 1 mil e R$ 3 mil. Já na liga universitária dos EUA o valor gira em torno de US$ 10 mil e US$ 15 mil, podendo chegar a US$ 300 mil a US$ 400 mil dólares por mês (cerca de R$2 milhões ao mês).
Publicado originalmente por GE Esportes. Leia a matéria completa em https://ge.globo.com/sp/ribeirao-preto-e-regiao/basquete/noticia/2026/08/11/assedio-de-universidades-dos-eua-desafia-basquete-brasileiro-e-preocupa-clubes-entenda.ghtml.
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