Argentina registra segundo mês consecutivo com inflação abaixo de 2%
Uma vista aérea por drone mostra a estação de trem Retiro durante greve de 24 horas contra a reforma trabalhista proposta pelo governo do presidente Javier Milei – 19/02/2026 (Foto: REUTERS/Agustin Marcarian) " data-large-file="https://www.infomoney.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Argentina_Greve.jpg?fit=1280%2C926&quality=70&strip=all" />Tarifas de serviços públicos e os preços da educação lideraram as altas no mês passado The post Argentina registra segundo mês consecutivo com inflação abaixo de 2% appeared first on InfoMoney .

Uma vista aérea por drone mostra a estação de trem Retiro durante greve de 24 horas contra a reforma trabalhista proposta pelo governo do presidente Javier Milei – 19/02/2026 (Foto: REUTERS/Agustin Marcarian)
A inflação mensal na Argentina acelerou em setembro, em linha com as expectativas, permanecendo, ainda assim, pelo segundo mês consecutivo, abaixo do patamar simbólico de 2%.
Os preços ao consumidor subiram 1,9% no mês passado, em linha com a estimativa mediana dos analistas consultados pela Bloomberg. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, a inflação acumulada em 12 meses recuou para 33,4%, segundo dados do governo divulgados nesta terça-feira.

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As tarifas de serviços públicos e os preços da educação lideraram as altas no mês passado, enquanto os alimentos, categoria com maior peso no índice, registraram aumento ligeiramente superior à inflação geral.
O combate à inflação continua sendo a principal prioridade e uma das maiores realizações do presidente Javier Milei desde que assumiu o cargo, há três anos, quando os aumentos anuais de preços estavam na casa dos três dígitos.

No entanto, as medidas adotadas para conter a inflação — uma taxa de câmbio mais valorizada, uma política monetária restritiva e austeridade fiscal — também têm prejudicado o crescimento econômico.
A economia argentina contraiu-se no segundo trimestre, e os economistas consultados pelo banco central no mês passado preveem uma nova queda no terceiro trimestre, o que caracterizaria uma recessão técnica. A expectativa é que a Argentina registre crescimento econômico de 1,5% em 2026, cerca de metade do percentual projetado pelos investidores no início do ano.o p
De acordo com a pesquisa do banco central, a inflação mensal deverá permanecer entre 1,6% e 1,8% até março de 2027. Espera-se que a inflação acumulada em 12 meses desacelere para 30% até o final deste ano.

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Foto: InfoMoney
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