Após Bachelet desistir de concorrer à ONU, Brasil defende que região tem mulheres 'à altura do cargo'
Lula e Michelle Bachelet em imagem de 2024 Ricardo Stuckert/Presidência da República O Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) divulgou uma nota na qual reforçou que a região tem mulheres “à altura” de assumir o comando da Organização das Nações Unidas (ONU). A nota foi divulgada após a ex-presidente do Chile Michelle Bachelet ter anunciado a retirada de sua candidatura, que contava com o apoio do governo brasileiro. Bachelet desistiu de concorrer ao cargo no sábado (19), após perder apoio do Chile (entenda mais abaixo). O Brasil vem defendendo que, pelo critério de rotatividade, cabe à
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Lula e Michelle Bachelet em imagem de 2024 — Foto: Ricardo Stuckert/Presidência da República
O Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) divulgou uma nota na qual reforçou que a região tem mulheres “à altura” de assumir o comando da Organização das Nações Unidas ( ONU ).
A nota foi divulgada após a ex-presidente do Chile Michelle Bachelet ter anunciado a retirada de sua candidatura, que contava com o apoio do governo brasileiro.

Bachelet desistiu de concorrer ao cargo no sábado (19), após perder apoio do Chile (entenda mais abaixo) .
O Brasil vem defendendo que, pelo critério de rotatividade, cabe à América Latina indicar o próximo secretário-geral da entidade, sucedendo o português Antonio Guterres, cujo mandato acaba neste ano. E, além disso, que seja uma mulher.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/politica/noticia/2026/09/21/apos-bachelet-desistir-de-concorrer-a-onu-brasil-defende-que-regiao-tem-mulheres-a-altura-do-cargo.ghtml.

Agora no g1 — Foto: G1
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