Aparato repressivo permanece 'intacto' na Venezuela pós-Maduro, alertam investigadores da ONU
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez REUTERS/Kevin Lamarque / Wendys Olivo/Palácio Miraflores/Divulgação via REUTERS Em meio a detenções ilegais, desaparecimentos forçados e leis contra a dissidência, a situação dos direitos humanos na Venezuela continua aguardando mudanças "reais e significativas", apesar de algumas "melhorias limitadas", afirmaram investigadores da ONU nesta quarta-feira (16). ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp "Apesar das limitadas melhorias observadas na situação dos direitos humanos n
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez — Foto: REUTERS/Kevin Lamarque / Wendys Olivo/Palácio Miraflores/Divulgação via REUTERS
Em meio a detenções ilegais, desaparecimentos forçados e leis contra a dissidência, a situação dos direitos humanos na Venezuela continua aguardando mudanças "reais e significativas", apesar de algumas "melhorias limitadas", afirmaram investigadores da ONU nesta quarta-feira (16).
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"Apesar das limitadas melhorias observadas na situação dos direitos humanos na Venezuela , as instituições estatais responsáveis pela repressão, pelas graves violações dos direitos humanos e pelos crimes contra a humanidade permanecem intactas", declarou a Missão Internacional Independente de Apuração dos Fatos da ONU sobre a Venezuela , em um comunicado.
Divulgado à margem da apresentação de um relatório ao Conselho de Direitos Humanos em Genebra, o comunicado afirma que, após a intervenção militar do governo dos Estados Unidos de Donald Trump em 3 de janeiro e a deposição do ditador Nicolás Maduro , a missão observou "uma diminuição significativa nas detenções de longa duração e nos desaparecimentos forçados".
Além disso, nos meses que se seguiram à prisão de Maduro, as autoridades do governo de Delcy Rodriguez —que era vice-presidente e assumiu sob tutela dos EUA— libertaram centenas de pessoas detidas por motivos políticos e flexibilizaram ligeiramente as regulamentações sobre manifestações e participação da sociedade civil, afirmam os investigadores.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/09/16/aparato-repressivo-venezuela-permanece-intacto-pos-maduro-alerta-onu.ghtml.

Agora no g1 — Foto: G1
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