Ao interferir no sexo, insegurança com o corpo exige avaliação médica
A vergonha é parte natural do sexo, mas o alerta surge quando o corpo passa a ser motivo para deixar de ter relações. Veja o que diz médico

Especialmente para as mulheres, o ato sexual , muitas vezes, é cercado de inseguranças e receios com o próprio corpo. Com a autoestima afetada, algumas delas deixam, inclusive, de praticar sexo. É natural notar detalhes que gostaríamos de mudar, mas o sinal de alerta acende quando isso se torna um obstáculo para explorar o prazer de forma saudável.
Ao Metrópoles , o cirurgião plástico Wilian Pires destaca que também é importante observar quando as questões ultrapassam o sexo.
“A insatisfação com o próprio corpo começa a ser um problema quando deixa de ser apenas uma questão estética e passa a interferir na rotina e, principalmente, na forma como a pessoa se relaciona”, afirma. 5 imagens Fechar modal. 1 de 5 O sexo é um dos pilares para uma vida saudável, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS)

Uma vida sexual ativa e saudável tem impacto direto no bem-estar
O prazer e o orgasmo liberam hormônios responsáveis pela diminuição do estresse e pela melhora do sono
É possível manter a sexualidade ativa e saudável até a terceira idade

No sexo, a liberdade permite testar novas posições e descobrir novas formas de prazer
Durante o ato, isso pode aparecer de diferentes formas. O médico elenca situações como evitar ficar nua, sentir vergonha extrema, preferir luz apagada por razões como essa, evitar determinadas posições e até deixar de ter as relações por medo de julgamento.
“ É importante entender que não existe um corpo perfeito. O que merece atenção é quando uma característica que incomoda começa a ocupar um espaço tão grande na cabeça da pessoa que interfere na autoestima, na intimidade e na qualidade de vida”, alerta Wilian. Exponha o sentimento ao parceiro Quando buscar ajuda? William acrescenta que é necessário, além de não negligenciar, buscar ajuda ao notar que a insegurança está ultrapassando limites do natural.

“ Nesses casos, uma avaliação individualizada é importante para entender o que realmente está causando esse desconforto e quais são as possibilidades para cada paciente. A cirurgia plástica pode ser uma opção, mas ela não deve ser vista como uma solução para tudo”, conclui.






Publicado originalmente por Metrópoles. Leia a matéria completa em https://www.metropoles.com/colunas/pouca-vergonha/ao-interferir-no-sexo-inseguranca-com-o-corpo-exige-avaliacao-medica.

Magnific — Foto: Metrópoles
Compartilhe
Espalhe essa notícia

