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    Ao autorizar ação da PF, Dino cita possível braço do PCC no caso Dark Horse

    Ministro autorizou operação da PF que mira desvios de emendas parlamentares e apura se parte do dinheiro financiou o filme Dark Horse

    Metrópoles
    10 de setembro de 2026 às 16:16
    Ao autorizar ação da PF, Dino cita possível braço do PCC no caso Dark Horse
    Foto: Metrópoles

    Na decisão em que autorizou a Operação Make Up da Polícia Federal (PF), que apura supostos desvios de emendas parlamentares , o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), citou um possível elo da facção criminosa PCC com empresas ligadas à produção do filme Dark Horse – que retrata a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL)

    “Friso que há indícios de que se cuida de um só sistema delitivo, alimentado inclusive por emendas parlamentares federais, além da menção a atos interligados até com a facção criminosa PCC”, escreveu o ministro ao autorizar a operação. A suspeita surgiu por movimentações do Instituto Conhecer Brasil (ICB) , da empresária Karina Gama, que teria firmado um subcontrato com uma empresa de Alex Leandro Bispo dos Santos – apontado como integrante da facção, para prestação de serviços no projeto “Wifi Livre SP” , cujo valor total seria de R$ 12 milhões, em contrato com a Prefeitura de São Paulo.

    A empresa da qual Alex Leandro era sócio é a Urban Connect Serviços e Tecnologia (atinga Favela Conectada Serviço e Tecnologia Ltda.). Segundo a decisão, ele era o único sócio da empresa desde sua fundação, em agosto de 2020, e passou a propriedade da companhia para sua companheira Tatiane Camargo de Oliveira Fernandes em 14 de janeiro deste ano.

    Reprodução/Redes Sociais
    Reprodução/Redes Sociais — Foto: Metrópoles · Fonte: Metrópoles

    Cena de filme de Bolsonaro é alvo de investigação da PF

    Jim Caviezel no 1º trailer de Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro

    Produtora Karina Gama é investigada em inquérito sobre filme de Jair Bolsonaro

    Jim Caviezel caracterizado como o ex-presidente Jair Bolsonaro em Dark Horse
    Jim Caviezel caracterizado como o ex-presidente Jair Bolsonaro em Dark Horse — Foto: Metrópoles · Fonte: Metrópoles

    A empresa de Alex teria solicitado em 27 de fevereiro do ano passado um aumento do limite para transações TED, de R$ 600 mil diários, justificando que receberia recursos vindos do contrato para prestar serviços com o Insituto Conhecer Brasil no projeto.

    A decisão cita, que segundo notícias “amplamente divulgadas”, órgãos de inteligência da polícia apontam Alex como “membro relevante da facção criminosa PCC”. Ele estava preso desde fevereiro deste ano por acusação de feminicídio e foi solto em agosto.

    Segundo o documento, a Urban Connect recebeu duas transferências do Instituto de Karina Gama: de R$ 611.111 em 28/02/2025; e de R$ 666.666,67 em 16/04/2025. Em seguida, realizou pagamento de R$ 250 mil para a empresa Ultra IP Tecnologia, que, por sua vez, teria repassado os valores a “diversas empresas e entidades ligadas ao núcleo investigado”.

    Ao autorizar ação da PF, Dino cita possível braço do PCC no caso Dark Horse - destaque galeria
    Ao autorizar ação da PF, Dino cita possível braço do PCC no caso Dark Horse - destaque galeria — Foto: Metrópoles · Fonte: Metrópoles
    Jim Caviezel no 1º trailer de Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro
    Jim Caviezel no 1º trailer de Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro — Foto: Metrópoles · Fonte: Metrópoles
    Jim Caviezel no 1º trailer de Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro
    Jim Caviezel no 1º trailer de Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro — Foto: Metrópoles · Fonte: Metrópoles
    Produtora Karina Gama é investigada em inquérito sobre filme de Jair Bolsonaro
    Produtora Karina Gama é investigada em inquérito sobre filme de Jair Bolsonaro — Foto: Metrópoles · Fonte: Metrópoles
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    Publicado originalmente por Metrópoles. Leia a matéria completa em https://www.metropoles.com/brasil/ao-autorizar-acao-da-pf-dino-cita-possivel-braco-do-pcc-no-caso-dark-horse.

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