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    Anvisa rebate fake news de que vacinas no Brasil são experimentais

    Agência rebate informações falsas sobre imunizantes em meio ao registro de 24 casos de sarampo no país em 2026

    Metrópoles
    15 de agosto de 2026 às 14:49
    Anvisa rebate fake news de que vacinas no Brasil são experimentais
    Foto: Metrópoles

    As vacinas utilizadas atualmente no Brasil não são experimentais. A afirmação foi reforçada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária ( Anvisa ), nesta sexta-feira (14/8), após a circulação de informações falsas sobre a segurança dos imunizantes.

    Segundo a agência, as vacinas oferecidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e pela rede privada precisam passar por avaliações que comprovem qualidade, segurança e eficácia antes de serem autorizadas para uso na população.

    A Anvisa também rebateu alegações de que os imunizantes causariam intoxicação ou conteriam ingredientes secretos ou partes de corpos humanos. De acordo com o órgão, as afirmações são falsas .

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    Magnific — Foto: Metrópoles · Fonte: Metrópoles

    Em nota, a agência reuniu informações para diferenciar imunizantes aprovados de produtos ainda em fase experimental . Entre os principais pontos estão:

    Uma vacina é considerada experimental durante as etapas de pesquisa em que ainda são produzidas evidências para determinar características como segurança e eficácia.

    Antes de autorizar um imunizante, a Anvisa analisa os dados apresentados pelos fabricantes para verificar se o produto atende aos requisitos necessários. A aprovação permite que a vacina seja utilizada de acordo com as condições estabelecidas pela agência.

    Close-up de um profissional da saúde vacinando uma criança. Campanha de vacinação. Metrópoles
    Close-up de um profissional da saúde vacinando uma criança. Campanha de vacinação. Metrópoles — Foto: Metrópoles · Fonte: Metrópoles

    O controle não acaba com a autorização. Depois que a vacinação começa, possíveis eventos adversos continuam sendo registrados e investigados. O acompanhamento ajuda as autoridades a identificar sinais de segurança que possam surgir quando milhões de pessoas passam a receber o imunizante.

    O esclarecimento da Anvisa ocorre em meio à preocupação com o sarampo. Até 13 de agosto, o Brasil havia registrado 24 casos da doença em 2026, relacionados à importação do vírus por viajantes que estiveram em outros países.

    O Brasil recuperou, em novembro de 2024, a certificação de país livre da circulação endêmica do sarampo. A classificação significa que não há transmissão contínua do vírus dentro do território nacional, mas casos importados ainda podem ocorrer.

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    Foto: Metrópoles · Fonte: Metrópoles

    Em julho, diante de uma cadeia de transmissão relacionada à importação do vírus em São Paulo, o Ministério da Saúde ampliou temporariamente a recomendação de vacinação contra o sarampo na capital paulista, em Guarulhos e São Bernardo do Campo.

    A vacinação é a principal forma de prevenção contra o sarampo e está disponível gratuitamente pelo SUS. Segundo a Anvisa, manter as doses recomendadas em dia também ajuda a evitar o retorno da circulação contínua de doenças que já foram controladas no país.

    Publicado originalmente por Metrópoles. Leia a matéria completa em https://www.metropoles.com/saude/anvisa-fake-vacinas-experimentais.

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