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    Andrei diz a Fachin que PF não monitorou André Mendonça e defende relatório contra ministro

    O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, afirmou ao ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), que a corporação não monitorou o ministro André Mendonça e defendeu os relatórios de inteligência da polícia. "Não existiu, em absoluto, qualquer monitoramento ilícito de Ministro deste E. STF e tampouco do Ilmo. Advogado-Geral da União. Os documentos que foram questionados pela decisão proferida na Pet 16662 não são decorrentes de ações de vigilância, coleta clandestina de dados, ou qualquer medida invasiva", disse Andrei. Segundo Andrei Rodrigues, o envio

    G1
    11 de setembro de 2026 às 18:19
    Andrei diz a Fachin que PF não monitorou André Mendonça e defende relatório contra ministro
    Foto: G1

    O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, afirmou ao ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), que a corporação não monitorou o ministro André Mendonça e defendeu os relatórios de inteligência da polícia.

    "Não existiu, em absoluto, qualquer monitoramento ilícito de Ministro deste E. STF e tampouco do Ilmo. Advogado-Geral da União. Os documentos que foram questionados pela decisão proferida na Pet 16662 não são decorrentes de ações de vigilância, coleta clandestina de dados, ou qualquer medida invasiva", disse Andrei.

    Segundo Andrei Rodrigues, o envio dos documentos ao ministro Alexandre do Moraes foi cumprimento de ordem judicial e os documentos produzidos pela área de inteligência da PF não são ilegais.

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    "A interpretação com base na referida premissa equivocada inviabilizaria a atividade de inteligência em si, uma vez que não se pode qualificar como vigilância a análise, pelo órgão, das circunstâncias institucionais que afetam as investigações que ele próprio conduz. Não houve, portanto, qualquer ingerência na esfera de privacidade ou na atuação funcional das autoridades mencionadas", argumentou Andrei.

    Andrei Rodrigues também afirmou que chamar os relatórios de apócrifos é um equívoco.

    "Os documentos foram produzidos por setores plenamente identificáveis e, conforme apontado na própria decisão de lavra do Exmo. Ministro André Mendonça, foram devidamente registrados no sistema da Polícia Federal", disse Andrei.

    "A ausência do nome do analista não se trata de celeuma, mas de reflexo do dever de proteção dos profissionais de inteligência imposto pelo Decreto nº 8.793/2016 e pela própria doutrina de inteligência", afirmou.

    "Nesse cenário, os relatórios questionados cumpriam com o papel definido nas normas e demonstram-se hígidos", disse Andrei.

    O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, tinha até esta sexta-feira (11) para se manifestar, caso quissesse , no âmbito das duas decisões no STF que questionam a permanência dele no cargo.

    O prazo terminaria por volta das 18h, visto que o presidente da Corte, Edson Fachin, publicou a decisão na quarta (9) — ocasião em que deu 48 horas para o fim do prazo.

    "Intime-se o Sr. Andrei Augusto Passos Rodrigues, para, em 48 (quarenta oito) horas, querendo, prestar informações, prazo após o qual sua permanência na Direção-Geral da Polícia Federal, à luz do disposto no art. 33, parágrafo único da LOMAN [Lei Orgânica da Magistratura Nacional], será apreciada por esta Presidência", dizia um dos trechos da decisão.

    Andrei e Leandro Almada, da Diretoria de Inteligência da PF, foram afastados dos cargos por uma decisão do ministro André Mendonça . Em seguida, o ministro Flávio Dino reconduziu a cúpula da PF. Até que o presidente da Corte suspendeu as duas decisões ( entenda mais abaixo ).

    Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/politica/noticia/2026/09/11/andrei-diz-a-fachin-que-pf-nao-monitorou-andre-mendonca-e-defende-relatorio-contra-ministro.ghtml.

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    Impasse no STF: por que a decisão de Dino que reconduziu chefe da PF é a que está valendo? — Foto: G1

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