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    Aleitamento materno pode afetar o resto da vida; entenda

    Amamentação exclusiva nos primeiros seis meses previne doenças crônicas na vida adulta e reduz a mortalidade infantil

    CNN Brasil
    11 de agosto de 2026 às 14:35
    Aleitamento materno pode afetar o resto da vida; entenda
    Foto: CNN Brasil

    O aleitamento materno exclusivo até os seis meses de idade tem impacto direto na saúde a longo prazo, reduzindo o risco de doenças crônicas e a mortalidade na infância. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), menos de 50% das crianças no mundo recebem essa alimentação de forma exclusiva.

    Para reverter esse cenário, a Assembleia Mundial da Saúde estabeleceu a meta global de atingir 60% de taxa de aleitamento exclusivo até o ano de 2030.

    A amamentação durante os primeiros 1000 dias de vida — período que vai da concepção aos dois anos de idade — define a programação metabólica do indivíduo. Estudos indicam que o aleitamento materno protege contra a obesidade na vida adulta , diabetes, asma e infecções respiratórias.

    Estudo mostra que o calor extremo pode afetar o crescimento de fetos durante a gravidez e de bebês de até dois anos • JGI/Tom Grill/Getty Images · • JGI/Tom Grill/Getty Images
    Estudo mostra que o calor extremo pode afetar o crescimento de fetos durante a gravidez e de bebês de até dois anos • JGI/Tom Grill/Getty Images · • JGI/Tom Grill/Getty Images — Foto: CNN Brasil · Fonte: CNN Brasil

    Por outro lado, o desmame precoce e a introdução de substitutos, como fórmulas infantis , estão associados a maiores taxas de sobrepeso, hipertensão arterial e distúrbios metabólicos futuros.

    Os efeitos positivos também se estendem às mulheres, reduzindo o sangramento pós-parto e diminuindo o risco de câncer de mama e de ovário. Além do aspecto biológico, a prática reduz custos familiares e hospitalares, pois crianças amamentadas tendem a adoecer menos.

    O Brasil é referência global na área, tendo elevado seu índice de amamentação exclusiva de 4,7% na década de 1980 para 45,8% em 2019, com a meta nacional de alcançar 70% até 2030.

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    Publicado originalmente por CNN Brasil. Leia a matéria completa em https://www.cnnbrasil.com.br/saude/aleitamento-materno-pode-afetar-o-resto-da-vida-entenda/.

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