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    Agência analisa flexibilização de usinas térmicas da Eneva, com economia estimada de R$ 1 bi

    A diretoria colegiada da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) se reúne nesta segunda-feira (21) para avaliar o acordo de flexibilização operativa das usinas térmicas da Eneva . A proposta é flexibilizar os contratos das unidades. Elas hoje são obrigadas a gerar energia em patamares mínimos, não importando a demanda do sistema. Leia mais (09/21/2026 - 10h59)

    Folha de S.Paulo
    21 de setembro de 2026 às 13:59
    Agência analisa flexibilização de usinas térmicas da Eneva, com economia estimada de R$ 1 bi
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    Editado por Alex Sabino (interino), espaço cobre os bastidores da economia e de negócios. Com Luana Franzão e Maria Clara Guilherme

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    Trabalhadores na operação da Eneva em Barra dos Coqueiros, em Aracaju - Marta Nogueira-8.out.24/Reuters · Marta Nogueira-8.out.24/Reuters
    Trabalhadores na operação da Eneva em Barra dos Coqueiros, em Aracaju - Marta Nogueira-8.out.24/Reuters · Marta Nogueira-8.out.24/Reuters — Foto: Folha de S.Paulo · Fonte: Folha de S.Paulo

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    A diretoria colegiada da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) se reúne nesta segunda-feira (21) para avaliar o acordo de flexibilização operativa das usinas térmicas da Eneva . A proposta é flexibilizar os contratos das unidades. Elas hoje são obrigadas a gerar energia em patamares mínimos, não importando a demanda do sistema.

    Pelos cálculos apresentados, a mudança liberaria cerca de 1 GW (gigawatt) de capacidade para expansão de fontes renováveis no sistema interligado nacional . A estimativa de economia por ano para os consumidores é de cerca de R$ 40 milhões.

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    Seria também uma alternativa à contratação de baterias como solução complementar. Neste caso, os gastos para o sistema cairiam em cerca de R$ 1 bilhão. As usinas Parnaíba II, Parnaíba VI, Azulão II e Azulão IV, que juntas somam mais de 1,2 GW de capacidade instalada passível de flexibilização.

    O tema já conta com parecer favorável do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), responsável por avaliar os impactos da mudança sobre a operação no sistema. O MME (Ministério das Minas e Energia) também se manifestou favorável à flexibilização pelo potencial de redução tarifária. O TCU (Tribunal de Contas da União) instaurou comissão de solução consensual sobre o assunto, a pedido do MME.

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    Publicado originalmente por Folha de S.Paulo. Leia a matéria completa em https://redir.folha.com.br/redir/online/emcimadahora/rss091/*https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painelsa/2026/09/agencia-analisa-flexibilizacao-de-usinas-termicas-da-eneva-com-economia-estimada-de-r-1-bi.shtml.

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