Acusados de integrar quadrilha transnacional que fabricava e vendia armas clandestinas passam por audiência na Justiça Federal
PF encontra fábrica clandestina de armas e apreende peças para montar fuzis em SP Pelo menos oito dos dez acusados de integrar uma organização criminosa transnacional que fabricava e comercializava clandestinamente armas de fogo de uso restrito passaram por audiência de instrução e julgamento nesta quinta-feira (6). O processo tramita na Justiça Federal do Rio de Janeiro (RJ). O esquema veio à tona em agosto do ano passado, com a descoberta de uma fábrica clandestina de fuzis AR-15 em Santa Bárbara d’Oeste (SP) e a apreensão de 183 armas em Americana (SP). 🔎 A audiência de instrução e julgame

Silas Diniz Carvalho (preso) - apontado como um dos chefes da quadrilha; Gabriel Carvalho Belchior - constituiu em 16 de maio de 2024, sob ordens de Silas, em Santa Bárbara d'Oeste , a empresa que usava como fachada a produção de peças aeronáuticas para produzir armas; Wendel dos Santos Bastos - arrendou o espaço da empresa com todo o maquinário contido e investiu em máquinas destinadas à usinagem das armas de fogo produzidas pela organização criminosa; Marcely Ávila Machado (prisão domiciliar) - esposa de Silas, controlava o pagamento do arrendamento do espaço, no valor mensal de R$ 75,5 mil; Dinael Enrique Borges (preso) - encaminhou e-mails a Gabriel sobre o fechamento de caixa da fábrica clandestina; Anderson Custódio Gomes (preso) - imagens de arquivos dele mostram usinagem de componentes de fuzis, que também o relacionam à fabricação de armamentos, além de vídeos, com orientações sobre o processo; Janderson Aparecido Ribeiro de Azevedo (preso) - diversos registros em vídeos dele associados aos diferentes estágios de produção na fábrica de armamentos, inclusive com conferências das atividades e instruções sobre a fabricação; Lucas Gonçalves Silva (preso) - era um dos operadores de máquina na fábrica de Santa Bárbara d'Oeste, atuando em nível gerencial; Walcenir Gomes Ribeiro (preso) - pessoa de confiança de Silas. Dava o nome ao contrato de locação de um imóvel em Americana onde Anderson e Janderson foram presos e 31 mil peças de arma foram apreendidas; Diego José Santana - contratava os serviços para transportar armas de fogo para as comunidades do Rio de Janeiro.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/sp/piracicaba-regiao/noticia/2026/08/07/acusados-de-integrar-quadrilha-transnacional-que-fabricava-e-vendia-armas-clandestinas-passam-por-audiencia-na-justica-federal.ghtml.
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