'Acreditava que era ódio isolado': mulheres vítimas de violência podem levar mais de 10 anos para sair de relacionamentos abusivos
Ciclo da violência: caso Giullia Falcão ajuda a entender realidade que atinge milhões de brasileiras “Acreditava que era um episódio de ódio isolado e que eu poderia ser feliz e que isso nunca mais iria acontecer.” A frase é da dentista Giullia Falcão, de 27 anos, que denunciou o ex-marido, na última semana, após sofrer uma série de agressões. O caso ajuda a explicar por que, para muitas mulheres, romper um relacionamento violento não é uma decisão simples nem imediata. Em alguns casos, pode levar meses ou até anos. "Com certeza, ele falava que ia me matar", afirma. O homem acusado por ela é o
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Segundo especialistas que trabalham com vítimas de violência doméstica, os abusos costumam acontecer dentro de um ciclo que se repete e se intensifica com o tempo . A mulher pode passar por períodos de tensão, agressão e, depois, de aparente arrependimento do agressor . Essa dinâmica pode dificultar o rompimento e fazer com que a vítima permaneça na relação mesmo depois dos primeiros episódios de violência.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2026/08/24/acreditava-que-era-odio-isolado-mulheres-vitimas-de-violencia-podem-levar-mais-de-10-anos-para-sair-de-relacionamentos-abusivos.ghtml.
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