Acreano que vive há 10 anos com doença renal aguarda transplante do irmão: ‘Anos de luta’
Acreano que vive há mais de 10 anos com doença renal aguarda possível transplante do irmão Há mais de dez anos, a rotina do cinegrafista acreano Albanir Sampaio Pereira, de 42 anos, passou a ser marcada por consultas, exames e sessões de hemodiálise. Diagnosticado com nefropatia por IGA, doença renal crônica, ele viu os rins perderem gradualmente a capacidade de funcionar e precisou adaptar a vida ao tratamento. Após 5 anos na fila a espera de um transplante, uma nova notícia, entretanto, trouxe esperança para vida do cinegrafista: o irmão Ailton Sampaio passa por avaliações para verificar se
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📍 A doação entre pessoas vivas é feita quando o paciente não encontra um doador compatível e precisa de um órgão com urgência, sendo uma forma de diminuir a espera de quem está na fila de espera. Para esse tipo de transplante, um dos requisitos é que o doador precisa ser da família. Um dos motivos é porque a regra ajuda a coibir, em vários países, o tráfico de órgãos. Além disso, quanto mais próximo o parentesco, menor o risco de rejeição a esse transplante. Ela é possível para medula óssea, rim e partes do fígado e do pulmão. Estes dois órgãos têm alta capacidade de regeneração.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/ac/acre/noticia/2026/09/27/acreano-que-vive-ha-10-anos-com-doenca-renal-aguarda-transplante-do-irmao-anos-de-luta.ghtml.
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