A um mês do 1º turno, Pernambuco tem eleição marcada por polarização, troca de acusações e batalha judicial
Cientista político Juliano Domingues analisa cenário das eleições em Pernambuco Daqui a um mês, serão abertos os locais de votação para o 1º turno das eleições 2026, no dia 4 de outubro. Em Pernambuco, as primeiras semanas de corrida eleitoral dos postulantes ao governo do estado foram marcadas por articulações políticas e uma intensa batalha judicial, incluindo trocas de acusações sobre "gabinetes do ódio" e panfletos apócrifos (saiba mais abaixo). A disputa é polarizada pela governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), que lidera as pesquisas, e pelo ex-prefeito do Recife João Cam
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"Raquel aparece com 52% dos votos válidos, apenas dois pontos acima do necessário. Considerando a margem de erro de três pontos, ela tanto pode estar acima quanto abaixo dos 50%. As candidaturas menores somam cerca de 6% dos votos válidos. Se crescerem alguns pontos, poderão levar a eleição ao 2º turno. Além disso, 25% dos entrevistados não mencionam espontaneamente um candidato, embora a indecisão caia para 4% quando os nomes são apresentados. Portanto, o 1º turno está no horizonte, mas depende da capacidade de Raquel de conservar sua votação atual. A questão central do último mês será menos saber quem lidera e mais saber se a governadora permanecerá acima dos 50% dos votos válidos", explica.
Publicado originalmente por G1. Leia a matéria completa em https://g1.globo.com/pe/pernambuco/eleicoes/2026/noticia/2026/09/04/a-um-mes-do-1o-turno-pernambuco-tem-eleicao-marcada-por-polarizacao-troca-de-acusacoes-e-batalha-judicial.ghtml.
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