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    A descoberta de uma nova espécie de “rã” com 309 milhões de anos: a história por trás do anfíbio que recebeu o nome das mães de duas pesquisadoras

    Achado em Illinois revela ancestral dos anfíbios com tecidos moles preservados e retira o animal da antiga classificação de grupo genérico

    CNN Brasil
    5 de outubro de 2026 às 12:36
    A descoberta de uma nova espécie de “rã” com 309 milhões de anos: a história por trás do anfíbio que recebeu o nome das mães de duas pesquisadoras
    Foto: CNN Brasil

    Um fóssil de aproximadamente 309 milhões de anos revelou a existência de uma nova espécie de protoanfíbio, o Jeanerpeton mazonensis. A pesquisa foi conduzida por Payton Kohlberg e Allison Sefcovic, durante programa de formação no Museu Field , em Chicago, e publicada no Journal of Vertebrate Paleontology .

    Batizado em homenagem às mães das duas estudantes responsáveis pelo estudo, ambas chamadas Jean, o animal viveu na Terra muito antes do surgimento dos primeiros dinossauros.

    A análise detalhada revelou que o exemplar pertence a um gênero inédito, diferente do grupo ao qual estava associado há décadas.

    Uma descoberta de 309 milhões de anos: a história por trás do fóssil que recebeu o nome das mães de duas pesquisadoras • Reprodução Itatiaia · • Reprodução Itatiaia
    Uma descoberta de 309 milhões de anos: a história por trás do fóssil que recebeu o nome das mães de duas pesquisadoras • Reprodução Itatiaia · • Reprodução Itatiaia — Foto: CNN Brasil · Fonte: CNN Brasil

    O achado original ocorreu no sítio fossilífero de Mazon Creek, no estado de Illinois, nos Estados Unidos, uma das regiões mais importantes para o estudo do período Carbonífero . A localidade é reconhecida internacionalmente por preservar detalhes anatômicos delicados que raramente sobrevivem ao tempo, como contornos de órgãos e tecidos moles.

    No Jeanerpeton mazonensis, o estado de conservação excepcional permitiu identificar escamas dorsais, pequenas estruturas ósseas conhecidas como gastrálias na região abdominal e até contornos dos olhos com impressões da lente. O esqueleto também apresentou características ancestrais ligadas aos anfíbios modernos , como sapos, rãs e salamandras.

    O nome científico combina a denominação de origem grega para rastejador com o local da descoberta, traduzido como rastejador de Jean do riacho Mazon. Para a comunidade científica , a identificação do novo gênero amplia o conhecimento sobre a diversidade de vertebrados durante o Carbonífero, período que se estendeu entre 359 e 299 milhões de anos atrás.

    Pererecas estão reproduzindo cada vez menos por causa de um vírus
    Pererecas estão reproduzindo cada vez menos por causa de um vírus — Foto: CNN Brasil · Fonte: CNN Brasil

    O exemplar analisado não era desconhecido dos cientistas. Ele havia sido encontrado por um colecionador amador e posteriormente doado ao acervo do Museu Field , onde permaneceu rotulado como uma variação de outra espécie já catalogada.

    A reavaliação minuciosa, auxiliada por exames de tomografia computadorizada, revelou diferenças marcantes na estrutura do crânio, no formato das costelas e no número de vértebras . As evidências foram decisivas para demonstrar que o fóssil representava um grupo anatômico próprio.

    Especialistas explicam que coleções antigas frequentemente agrupavam fósseis semelhantes sob uma mesma categoria genérica por falta de dados detalhados na época da coleta. A reanálise com tecnologias modernas permite corrigir essas classificações e resgatar espécies inéditas escondidas em acervos históricos.

    Fóssil de criatura de 324 milhões de anos com 24 membros e apenas 49 milímetros é descoberto
    Fóssil de criatura de 324 milhões de anos com 24 membros e apenas 49 milímetros é descoberto — Foto: CNN Brasil · Fonte: CNN Brasil

    Esse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil.

    Vírus mata 83% das pererecas e é o 1º caso do tipo na América do Sul
    Vírus mata 83% das pererecas e é o 1º caso do tipo na América do Sul — Foto: CNN Brasil · Fonte: CNN Brasil
    Pererecas estão reproduzindo cada vez menos por causa de um vírus
    Pererecas estão reproduzindo cada vez menos por causa de um vírus — Foto: CNN Brasil · Fonte: CNN Brasil
    Fóssil de criatura de 324 milhões de anos com 24 membros e apenas 49 milímetros é descoberto
    Fóssil de criatura de 324 milhões de anos com 24 membros e apenas 49 milímetros é descoberto — Foto: CNN Brasil · Fonte: CNN Brasil
    Vírus mata 83% das pererecas e é o 1º caso do tipo na América do Sul
    Vírus mata 83% das pererecas e é o 1º caso do tipo na América do Sul — Foto: CNN Brasil · Fonte: CNN Brasil

    Publicado originalmente por CNN Brasil. Leia a matéria completa em https://www.cnnbrasil.com.br/curiosidades/a-descoberta-de-uma-nova-especie-de-ra-com-309-milhoes-de-anos-a-historia-por-tras-do-anfibio-que-recebeu-o-nome-das-maes-de-duas-pesquisadoras/.

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    Uma descoberta de 309 milhões de anos: a história por trás do fóssil que recebeu o nome das mães de duas pesquisadoras • Reprodução Itatiaia · • Reprodução Itatiaia — Foto: CNN Brasil

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